quinta-feira, 25 de junho de 2009

domingo, 19 de outubro de 2008

nautico 2x2 sport

No 'Clássico dos Clássicos', Sport e Náutico empatam na Ilha do Retiro



definitivamente não é por acaso que o duelo entre Sport e Náutico é chamado de 'Clássico dos Clássicos'. Sempre que os times se enfrentam, é sinal de grande jogo e fortes emoções. Neste domingo não foi diferente.

Pela 30ª rodada do Brasileirão, os rivais mediram forças na Ilha do Retiro e ficaram iguais: 2 a 2. O resultado deixa o Leão com 40 pontos, em 11º, equanto o Timbu fica com 31, ainda muito perto da zona de rebaixamento, na 15ª posição. O Rubro-Negro não perde para o rival em casa há quatro anos (assista ao vídeo ao lado).

Na próxima rodada, o Sport visita o líder Grêmio, dia 23, no Olímpico. O Timbu recebe a Portuguesa, dia 25, nos Aflitos.

CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO ATUALIZADA DO BRASILEIRÃO

Primeiro tempo de muita correria, e ânimos exaltados

Sem vencer há quatro partidas, Sport e Náutico começaram o clássico da Ilha do Retiro em alta velocidade. Dá até para dizer que, se passassem por um pardal, os times certamente seriam multados. O Leão, com Carlinhos Bala recuado para o meio, tentou explorar as jogadas pelas laterais do campo. Tanto que o time teve a primeira chance aguda de gol, aos 10. A bola sobrou limpa para o atacante Roger na entrada da área, mas ele concluiu mal.

Dois minutos depois, a torcida rubro-negra por pouco não soltou o grito de gol. Fumagalli buscou o ângulo de Eduardo em cobrança de falta, e a bola passou pertinho. Aos 17 minutos, Sidny avançou pela direita, encarou a marcação de Alessandro para cruzar, mas ninguém apareceu na área do Timbu para concluir.

Bola na rede!

Quem saiu na frente foi o Alvirrubro. Aos 18, Gilmar recebeu cruzamento de Willian na área, dominou bonito e bateu no catinho do goleiro Magrão: 1 a 0. Festa do visitante no reino do Leão, e torcida em silêncio (assista ao vídeo ao lado).

O gol do Timbu mexeu com o Sport, inclusive na forma de atacar. Além das laterais, os donos da casa passaram a centralizar os ataques. Aos 25, Gilmar soltou uma bomba de fora da área e assustou Magrão. Um minuto depois, o artilheiro Roger foi lançado, mas a zaga adversária o desarmou na hora da finalização. Enquanto isso, nas arquibancadas, um princípio de confusão. Policiais enfrentaram alguns torcedores da torcida alvirrubra.

No jogo, Carlinhos Bala cobrou falta para a área do Náutico, aos 29, o capitão Durval subiu muito para cabecear, e Eduardo fez um milagre. Defesaça! O ataque não foi nada perto do que ocorreu aos 36. Roger recebeu na ponta esquerda, invadiu a área com um lindo drible, tabelou com Carlinhos Bala, mas bateu para fora, na cara do gol, de forma inacreditável.

Capitão empata ainda no primeiro tempo, e a Ilha explode

Três minutos depois, o Náutico ficou sem comando na área técnica. Roberto Fernandes reclamou de uma falta clara que não foi marcada pelo árbitro Alicio Pena Júnior e acabou expulso. Aos 44, Wilson aproveitou cruzamento na área, mandou de cabeça, mas Eduardo fez a ponte para ficar com a bola. A resposta do Timbu veio em grande estilo. Felipe invadiu a área, deixou Igor sentado, mas chutou fraco ao gol.

Aos 47, Carlinhos Bala furou na tentativa voleio, mas Durval aproveitou o lance para encher o pé e empatar a partida. O goleiro Eduardo ainda defendeu parcialmente, mas a bola foi morrer na rede (assista ao vídeo ao lado).

Segundo tempo começa com virada do Leão

A bola mal começou a rolar na etapa final, e o Sport mostrou força e oportunismo. Aos dois minutos, Roger aproveitou a falha de Vágner dentro da área e bateu com muita categoria (assista ao vídeo ao lado). Na comemoração, o atacante tirou a camisa e foi punido com cartão amarelo.

Doze minutos depois, Willian fez fila na zaga do Sport e passou para Felipe. Livre na área, o atacante não teve qualquer trabalho para fazer o gol e deixar tudo igual: 2 a 2.

Aos 17, o primeiro cartão amarelo de Roger custaria muito caro. Em disputa de bola na área do Timbu, ele caiu e pediu pênalti. O árbitro entendeu que ele tentou simular a falta, aplicou o segundo amarelo e em seguida o vermelho. Cinco minutos mais tarde, o volante Sandro Goiano viu Eduardo adiantado e arriscou um chute quase da metade do campo. A bola passou perto.

Ritmo diminui, e faltas aumentam

Aos 36, o volante Ticão, que havia entrado aos 20 minutos do segundo tempo, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulo. O atacante Kuki, que esperava na lateral do campo para entrar, foi obrigado a aguardar mais tempo e ficou irritado com a situação. Nos dez minutos finais, o ritmo da partida diminui, e os dois times criaram poucas chances.



http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Sport/0,,MUL804688-9876,00-NO+CLASSICO+DOS+CLASSICOS+SPORT+E+NAUTICO+EMPATAM+NA+ILHA+DO+RETIRO.html

coritiba 1x1 goias

Coritiba e Goiás só empatam no Couto Pereira, e Libertadores fica mais longe



Chances para vencer o jogo não faltaram para Coritiba e Goiás na tarde deste domingo, no Estádio Couto Pereira. No entanto, o empate em 1 a 1 foi um resultado ruim para as duas equipes, que ficaram ainda mais distantes de uma vaga da Taça Libertadores da América do ano que vem. O time curitibano chegou a 46 pontos na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, permanecendo na oitava colocação. Já o Esmeraldino foi a 45 pontos e também não mudou de posição, seguindo em nono.

O jogo

Precisando da vitória para seguir alimentando o sonho de chegar à Libertadores, Coritiba e Goiás não quiseram saber cautela e partiram para o ataque desde o início da partida. No entanto, quem dominou as ações ofensivas foi o time da casa, que empurrado pela sua torcida, conseguiu duas boas chances nos primeiros dez minutos. A primeira foi com Keirrison, que dominou livre na área após cruzamento de Felipe, fez o giro, mas bateu para fora. Pouco depois, Ariel deu boa cabeçada após cobrança de escanteio de Carlinhos Paraíba, mas errou o alvo.

Assustado com o ímpeto do adversário, o Esmeraldino tentava se reorganizar e sair para o jogo. Os laterais Vitor e Júlio César eram sempre acionados, mas tinham dificuldades para se infiltrar no setor ofensivo do Coxa. A melhor chance dos goianos aconteceu aos 15 minutos. Iarley sofreu falta na entrada da área e Paulo Baier cobrou com perigo, assustando o goleiro Vanderlei, que apenas observou a saída da bola pela linha de fundo. Depois desta chegada do time de Helio dos Anjos, o jogo ficou mais parelho, mas perdeu um pouco em qualidade, com muitas disputas de bola no meio de campo.

O Coritiba tinha mais posse de bola, mas centralizada demais as jogadas, facilitando o trabalho da zaga adversária. Enquanto isso, o Goiás se aproveitava e encaixava bons contra-ataques. Em um deles, desperdiçou uma excelente chance de abrir o marcador. Fernando avançou pelo meio e, mesmo com Iarley livre dentro da área, preferiu o chute, mas bateu por cima do gol, aos 28 minutos. A resposta coxa-branca veio em seguida, com uma bonita cabeçada de Maurício após escanteio cobrado por Carlinhos Paraíba. O zagueiro testou com força e a bola raspou o travessão.

Com o jogo novamente aberto, as chances se tornaram mais freqüentes. Aos 35 minutos, Romerito perdeu um gol feito. O atacante recebeu sozinho na área, deixou o goleiro no chão por três vezes, mas não chutou, dando a chance de Vanderlei se recuperar. Em seguida, foi a vez de Harlei trabalhar. Ricardinho fez bonita jogada individual pela esquerda e cruzou para a área, mas o camisa um goiano tirou quase da cabeça de Keirrison. Então, aos 38 minutos, enfim foi aberto o placar. Romerito, mais uma vez, ganhou passe açucarado re Paulo Baier e desta vez não perdoou, tocando no canto direito da meta do Coxa. O time da casa ainda tentou reagir, mas a vitória parcial goiana se manteve.

Coxa passa sufoco, pressiona e empata

Em desvantagem e jogando em casa, o Coritiba para o tudo ou nada no segundo tempo. Dorival Junior colocou Marlos e João Henrique, sacando Carlinhos Paraíba e Leandro Donizete, colocando o time mais para frente. Porém, quem voltou melhor foi o Goiás. Aproveitando-se dos espaços deixados pelo rival, os goianos tiveram duas chances de ampliar até os cinco minutos. Na primeira, Romerito tentou duas vezes até que Vanderlei segurasse. Na outra, Paulo Baier invadiu a área sozinho, mas também parou no goleiro coxa-branca.

Apesar da pressão esmeraldina, o Coxa não estava morto na partida. Mesmo desorganizado, o time curitibano quase empatou o jogo em duas oportunidades. Primeiro o argentino Ariel acertou a trave após completar cruzamento de Keirrison. Depois foi a vez de Marlos carimbar o travessão após arriscar de longa distância, com a bola desviando na zaga. Então, aos 11 minutos, não teve jeito. Após escanteio cobrado por Marlos, Felipe dominou na área e tocou no canto de Harlei, empatando a partida.

Apesar do gol, o Goiás seguia jogando com inteligência, explorando os contra-ataques e usando bem as laterais do campo. Justamente po alí que o time de Helio dos Anjos quase chegou ao segundo. Paulo Baier recebeu lançamento de Vitor, dominou no peito, mas chutou por cima da meta de Vanderlei. A essa altura, o Coritiba já esquecia de qualquer tipo de tática e se lançava com tudo para o ataque. Como de hábito, deixando espaços em seu campo defensivo e levando Dorival Junior à loucura no banco de reservas.

Daí em diante, o que se viu foi um show de disposição dos dois times, que buscaram a vitória até o último instante da partida. No entanto, com o empate, ambos praticamente dão adeus à chance de disputar a Libertadores em 2009


http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Goias/0,,MUL804600-9867,00-CORITIBA+E+GOIAS+SO+EMPATAM+NO+COUTO+PEREIRA+E+LIBERTADORES+FICA+MAIS+LONGE.html

fluminense 2x2 vitoria

No intenso calor baiano, Vitória e Flu empatam no Barradão



Agência/Photocâmera

Vitória e Fluminense mostraram muita garra e correram muito, apesar do calor

Sob o forte calor de Salvador, que obrigou o árbitro a interromper a partida duas vezes para os jogadores tomarem água, o Vitória empatou com o Fluminense por 2 a 2, neste domingo, no Barradão. Com o resultado, o time carioca volta para a zona de rebaixamento, já que a Portuguesa venceu o líder Grêmio. Os tricolores reclamaram muito de um pênalti não marcado aos 46 minutos do segundo tempo, quando o zagueiro Leonardo Silva cortou um chute de Washington com o braço.

O Flu chega a 31 pontos e fica na 17ª posição. O Rubro-Negro soma agora 44 pontos, e está na décima colocação.

Na próxima rodada, quinta-feira, 23 de outubro, o Vitória enfrenta o São Paulo no Morumbi. O Flu, no sábado, recebe o Palmeiras no Maracanã.

Chances perdidas e golaços

A partida começou em alta velocidade, e, em um contra-ataque rápido, o Flu teve uma grande oportunidade logo aos dois minutos. Arouca aproveitou uma bobeada da defesa do Vitória e, de frente para o goleiro, chutou na trave. O Tricolor continuou a ter facilidade de furar o bloqueio adversário e chegou mais uma vez com um elemento surpresa. Aos 12, Washington deu ótimo passe para Edcarlos, que, de cara para o gol, demorou para chutar e foi travado na hora da finalização. O castigo para os tricolores veio logo na primeira boa trama dos donos da casa. Aos 16 minutos, Rafael tabelou com Robert, deixou Fabinho no chão, e chutou forte, cruzado, para fazer 1 a 0.

O forte calor em Salvador criou uma situação inusitada. Aos 23, o árbitro Leandro Pedro Vuaden parou o jogo para os jogadores tomarem água. A parada não diminuiu o ritmo do Tricolor. Aos 26, Conca fez grande jogada e serviu Washington, que ficou livre, de frente para o gol. O Coração Valente chutou em cima de Viáfara. Mais uma grande oportunidade perdida pelo Fluminense. Um minuto depois, o Vitória devolveu o susto. Rafael arriscou de longe e bola bateu no travessão. Fernando Henrique nem se mexeu.

A recompensa pelo esforço tricolor veio aos 36, com Thiago Silva. O zagueiro bateu falta da intermediária, a bola fez uma curva impressionante e foi no ângulo do goleiro Viáfara. Um golaço: 1 a 1. Antes do fim do primeiro tempo, o Vitória teve uma ótima chance de voltar a ficar em vantagem no placar. Aos 43, Leandro Domingues recebeu livre dentro da área e chutou cruzado, a bola passou rente à trave direita do goleiro Fernando Henrique.

Flu vira logo no início do segundo tempo

O Fluminense voltou do vestiário com a mesma postura da primeira etapa, e conseguiu a virada logo no primeiro minuto. Após levantamento na área, Thiago Silva chutou de perna esquerda e Viáfara soltou dentro da pequena área. Washington foi mais esperto do que os defensores e desviou a bola para o fundo do gol: 2 a 1. O Vitória se lançou ao ataque para tentar a reação, mas foi o Flu que criou novamente. Aos 12, Junior Cesar cruzou da esquerda e Washington desviou de cabeça e a bola passou perto do gol.

Os donos da casa conseguiram empatar a partida aos 20 minutos, com Marquinhos. Na entrada da área, o atacante driblou Wellington Monteiro e chutou colocado, no canto esquerdo do goleiro Fernando Henrique. Três minutos depois, o Vitória teve a chance de ficar na frente do placar. Ramon chutou forte da entrada da área e o goleiro tricolor fez boa defesa. Aos 25, o árbitro interrompeu novamente a partida para os jogadores tomarem água.

Aos 46, para total desespero dos tricolores, Washington teve a chance de decretar a vitória do Flu, mas perdeu outra boa chance. Ciel tocou para Washington dentro da área e o Coração Valente chutou de primeira. A bola pegou no braço do zagueiro Leonardo Silva e saiu. O árbitro mandou o lance seguir. Na saída do gramado, os jogadores reclamaram muito do juiz





http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Fluminense/0,,MUL804609-9866,00-NO+INTENSO+CALOR+BAIANO+VITORIA+E+FLU+EMPATAM+NO+BARRADAO.html

gremio 0x1 portuguesa

Portuguesa vence o Grêmio, sai da zona da degola e embola a briga pelo título



Agência/Futura Press

Leo tenta dominar a bola no Canindé

O Grêmio foi a campo no Canindé com a faca e o queijo nas mãos para abrir quatro pontos de vantagem sobre o vice e encaminhar o título brasileiro. E saiu de lá com a liderança ainda mais ameaçada. A Portuguesa venceu o time gaúcho por 2 a 0 neste domingo, saiu da zona de rebaixamento e, de quebra, embolou definitivamente a briga pelo caneco do Brasileirão.

Com a derrota, o Grêmio teve prejuízo duplo: viu diminuir a distância para o vice e ainda recebeu a aproximação de mais concorrentes. O Cruzeiro, que antes estava quatro pontos atrás do líder, agora é o segundo colocado, um pontinho atrás - 55 contra 56 dos gaúchos. O Palmeiras, terceiro, tem a mesma pontuação dos mineiros. O São Paulo aparece em quarto, com 53. A Lusa, com os três pontos conquistados, subiu para 31, em 16º.

O Tricolor volta a campo na quinta-feira, em casa, contra o Sport. A Portuguesa tem duelo decisivo com o Náutico no sábado, em Recife.

Altos e baixos no primeiro tempo

A etapa inicial foi dividida em duas no Canindé. Na primeira metade, predomínio da Lusa; na segunda, controle do Grêmio. Em comum, a ausência de gols e a carência de chances claras.

O líder demorou a se encontrar em campo. Como conseqüência, a Lusa tomou conta do terreno. Com um minuto de jogo, os mandantes quase pularam na frente. Patrício apareceu bem pela direita e mandou na cabeça de Washington, que concluiu para fora, com extremo perigo.

O Grêmio parecia incomodado em campo. Enquanto se acostumava com o gramado do Canindé, o time de Celso Roth viu o oponente controlar o jogo. Com 17 minutos, Athirson mandou na área, Washington desviou e Edno girou para o gol defendido por Victor. Quase.

Pouco antes, os paulistas reclamaram pênalti de Rever, que desviou a bola com o braço na área. O árbitro entendeu que não foi intencional.

A melhor chance de gol, aos 21 minutos, serviu como pontapé inicial do controle gremista na partida. Em cruzamento da direita, a bola sobrou para o zagueiro Pereira na entrada da área. Ele dominou, ajeitou o corpo, mirou o canto esquerdo de Eduardo Gottardi e mandou o chute. A bola lambeu a trave. E saiu por muito pouco.

A partir daí, o Grêmio cresceu, mas não chegou a colecionar chances efetivas de gol. Léo, aos 46, cabeceou com perigo. Antes, Edno forçara Victor a fazer boa defesa em chute rasteiro.

Lusa alcança os gols


O segundo tempo apresentava o mesmo estilo do primeiro, com muita correria e pouca criatividade, quando a Portuguesa chegou ao gol. Eram dez minutos da etapa final. Athirson cobrou escanteio da esquerda, Rever tocou mal na bola e Ediglê concluiu para o fundo do gol. Victor só pôde lamentar.

O Grêmio partiu em busca do empate. Rafael Carioca, lesionado, já havia dado lugar a Orteman. Roth lançou Perea no lugar de um ineficiente Soares e Souza como substituto de Pereira. O time ficou mais ofensivo, mas não conseguiu ser perigoso. Douglas Costa não repetiu a inspiração de suas duas primeiras partidas com a camisa gremista.

A Lusa, interessada no placar, teve competência para deixar o tempo passar. Quando foi atacada, mostrou solidez defensiva e tentou explorar contra-ataques. Num deles, chegou ao segundo gol, já nos acréscimos, com Edno. Ele recebeu passe de cabeça, driblou Victor e marcou.

O Grêmio, em nova atuação ruim como visitante, se mostrou frágil e teve que engolir um resultado que pode fazer falta na luta final pelo título.

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Gremio/0,,MUL804762-9868,00-PORTUGUESA+VENCE+O+GREMIO+SAI+DA+ZONA+DA+DEGOLA+E+EMBOLA+A+BRIGA+PELO+TITUL.html

flamengo 1x0 vasco

Fla vence, volta a sonhar com o título e afunda o Vasco na lanterna




Obina comemora o gol contra de Jorge Luiz, do Vasco

O Flamengo pode até se dar ao luxo de jogar mal, muito mal. Contra a má fase do Vasco basta. Principalmente com o esforço da defesa cruzmaltina em dar uma mãozinha. Primeiro foi Odvan, que durante os treinos da semana tirou Leandro Amaral da partida com um carrinho desnecessário. E no clássico deste domingo, no Maracanã, Jorge Luiz completou a lambança. Com um gol contra, o zagueiro vascaíno deu de presente a vitória aos rubro-negros.

Com o triunfo por 1 a 0, o Flamengo volta a sonhar com o título brasileiro. O Rubro-negro chega aos 52 pontos e está com quinto lugar. O líder é o Grêmio, com 56. O Vasco agoniza na última posição, com 27 pontos, em uma situação cada vez mais complicada.

O presidente Roberto Dinamite, que assumiu o Vasco em nono lugar no Campeonato Brasileiro prometendo títulos e uma era de vitórias, agora se vê em um momento cada vez mais delicado com o time na lanterna a oito rodadas do fim da competição. Com os resultados deste fim de semana, o time cruzmaltino está quatro pontos atrás da Portuguesa, o primeiro clube fora da zona de rebaixamento. O Vasco não vence há dez jogos no Brasileirão.

Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Goiás, no Serra Dourada, na quarta-feira. Já o Flamengo encara o Coritiba, em casa, na quinta.

Jorge Luiz dá uma força ao Flamengo

O Vasco teve a primeira chance após Allan Kardec sofrer falta na entrada da área. Mas Madson cobrou muito mal em cima da barreira. A resposta veio rápida. Obina, por pouco, não fez o primeiro gol. Mas chegou atrasado na hora de cabecear para sorte do goleiro Rafael, que saiu mal na jogada.

O Flamengo começou errando muitos passes no meio-campo. Mas o Vasco, com suas limitações, não conseguia aproveitar as chances. Com a chuva fina que caia no Maracanã e o campo pesado e escorregadio, os vascaínos tentavam arriscar de longe, mas faltava pontaria.

Aos 13 minutos, Allan Kardec roubou bola no meio e tocou para Baiano. O lateral cruzou para Madson, que dominou e chutou rasteiro. Bruno caiu bem no canto esquerdo e defendeu firme. Logo depois foi a vez de Allan Kardec chutou rasteiro de longe para fora.

O Vasco, mesmo desorganizado, continuava tentando. Aos 20 minutos, Alex Teixeira foi lançado, tirou Fábio Luciano e chutou rasteiro. Bruno defendeu firme.
Aos 25, Mateus cobrou falta e Bruno voltou a segurar sem rebote.

A partir daí o Flamengo começou a melhorar. Marcelinho Paraíba chutou forte de longe, o goleiro Rafael pulou tarde e, para sorte dos vascaínos, a bola foi para fora passando muito perto da trave esquerda.

E quando o fim do primeiro tempo se aproximava, o Vasco deu uma mãozinha para o Flamengo. Jonílson errou passe no meio-campo. Obina recebeu lançamento, se enrolou todo com a defesa do Vasco e, na confusão, Jorge Luiz tocou de bico para trás. A bola entrou no canto esquerdo do goleiro Rafael, que ainda tocou na bola. Gol contra de Jorge Luiz. Flamengo 1 a 0. E o Vasco entrou para o vestiário escutando os gritos de "ão, ão, ão... Segunda Divisão".

Com dez, Flamengo suporta a pressão

O início do segundo tempo foi cheio de passes errados e lances bisonhos. Em campo, o Vasco parecia mais perdido que a diretoria tentando livrar o clube do rebaixamento. Em um ataque, em que havia sete vascaínos contra quatro rubro-negros, os jogadores não sabiam o que fazer com a bola, que acabou indo para fora qualquer perigo. Após o lance, Renato Gaúcho resolveu colocar Wagner Diniz no lugar de Baiano.

Logo depois, Pedrinho entrou no lugar de Mateus. Fabio Luciano foi expulso ao puxar a camisa de Allan Kardec. E o Vasco foi para o tudo ou nada. O zagueiro Eduardo Luiz saiu para a entrada do atacante Pinilla. Aos 25 minutos, Pedrinho cobrou falta e Fernando cabeceou. Bruno fez uma defesa muito difícil e salvou o Flamengo.

Alex Teixeira, que antes da partida disse que a defesa rubro-negra era muito lenta, esteve muito mal e perdeu a maioria das jogadas para os zagueiros. E perdido em campo, como a diretoria fora dele, o Vasco passou a tentar apenas cruzamentos para a área. E as bolas sempre paravam nas mãos de Bruno. Aos 42 minutos, Pinilla dominou e tocou para a área na saída do goleiro rubro-negro. Mas nenhum vascaíno apareceu para completar a bola para a rede.

Foi a segunda derrota da "Era Dinamite" para o rival. No primeiro turno, o Flamengo já havia vencido por 3 a 1. Os rubro-negros seguem com esperança de lutar pelo título brasileiro. Aos vascaínos, só resta começar a rezar


http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL804690-9865,00-FLA+VENCE+VOLTA+A+SONHAR+COM+O+TITULO+E+AFUNDA+O+VASCO+NA+LANTERNA.html

tlético-MG 0 X 2 Cruzeiro

Cruzeiro mantém rotina de vitórias sobre o Galo e chega à vice-liderança




Cruzeiro mantém rotina de vitórias sobre o Galo e chega à vice-liderança

Site Oficial do Cruzeiro

Comemoração do gol do Cruzeiro

O Cruzeiro tornou um pouco mais amargo o ano do centenário do Atlético-MG. Manteve o bom retrospecto sobre o rival, ao ganhar pela quarta vez em cinco clássicos em 2008, e subiu para a segunda colocação do Campeonato Brasileiro, mantendo-se mais vivo do que nunca na briga pelo título. Jonathan e Guilherme marcaram os gols da vitória por 2 a 0 neste domingo, no Mineirão.

O time celeste soma agora 55 pontos, assim como o Palmeiras, que tem uma vitória a menos. O líder Grêmio está logo à frente, com 56. O Atlético-MG perdeu a chance de se distanciar um pouco mais da zona de rebaixamento. Está em 12º lugar, com 37 pontos.

Na próxima rodada, a Raposa encara o Atlético-PR na Arena da Baixada, na quinta-feira. No mesmo dia, o Galo recebe o Internacional no Mineirão.


Início avassalador do Cruzeiro

Sem Wagner, que começou no banco de reservas, o Cruzeiro não perdeu tempo estudando o rival e partiu para cima desde o apito inicial. Com 12 minutos, já havia concluído oito vezes a gol - contra nenhuma do Atlético. Thiago Ribeiro aproveitava qualquer chance perto da área para soltar uma bomba e chegou a acertar o peito do goleiro Juninho, que não conseguiu encaixar a defesa.

Seu companheiro de ataque, Guilherme, mostrou pontaria menos afiada. Teve duas boas oportunidades com quatro minutos de partida, mas pegou muito mal na bola em ambas. Nesse bombardeio inicial, curiosamente a melhor chance veio quase sem querer. Ramires dividiu uma jogada pelo alto e cabeceou para trás. A bola encobriu Juninho e tocou no travessão.

Assustado, o Atlético praticamente desistiu de ir ao ataque e se encolheu na defesa. Com isso, resolveu um problema: acabou com um buraco que havia na frente dos zagueiros. O time continuou não levando perigo à defesa adversária, mas ao menos conseguiu diminuir as investidas cruzeirenses. O único lance de razoável perigo do Atlético foi numa cabeçada de Castillo que passou perto da trave, aos 30 minutos.

O Cruzeiro chegou ao seu gol quando o Atlético dava a impressão de que agüentaria chegar ao intervalo com o 0 a 0 no placar. E a jogada começou com Fernandinho, que até então não conseguia desempenhar bem o papel de Wagner. Ele deu ótimo passe na direita para Jonathan, que invadiu a área e chutou forte e rasteiro, aos 42 minutos.


Galo tenta atacar, mas sem sucesso

O Atlético voltou para o segundo tempo com Raphael Aguiar no lugar de Denilson. A substituição deixou o time mais ofensivo, mas também mais vulnerável, sobretudo pelo lado esquerdo da defesa. Foi por ali que, aos 13 minutos, Thiago Ribeiro recebeu lançamento e deu ótimo passe na área para Guilherme, que chutou rente à trave.

Adilson Batista percebeu que precisava de alguém para explorar mais os espaços deixados pelo Atlético e resolveu pôr Wagner em campo, no lugar de Fernandinho. O meia, que se recuperou recentemente de uma lesão no joelho e outra na coxa, mostrou seu cartão de visitas. Logo na primeira participação, deu ótimo passe para Guilherme, que chutou para defesa de Juninho.

O Cruzeiro passou a chegar com mais perigo ao ataque. Aos 32 minutos, Wagner deixou um adversário no chão com um drible e chutou forte. Juninho defendeu com segurança. O meia ainda teve outra boa oportunidade, aos 38, quando recebeu passe de Ramires, invadiu a área e chutou para fora.

Ramires acertou a trave pela segunda vez no jogo, aos 42 minutos, desta vez com um chute. No rebote, Guilherme isolou. Nos acréscimos, o goleiro Juninho derrubou Elicarlos, que recebera ótimo passe de Camilo. Guilherme cobrou com paradinha e fez 2 a 0.

O Atlético não levou perigo ao gol de Fábio na segunda etapa e só conseguiu chegar à área por meio de jogadas de bola parada. Inferior ao rival no clássico, o time viu aumentar para oito partidas o jejum de vitória diante do riva

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Futebol/0,,CCF22921-9825,00.html