domingo, 19 de outubro de 2008

nautico 2x2 sport

No 'Clássico dos Clássicos', Sport e Náutico empatam na Ilha do Retiro



definitivamente não é por acaso que o duelo entre Sport e Náutico é chamado de 'Clássico dos Clássicos'. Sempre que os times se enfrentam, é sinal de grande jogo e fortes emoções. Neste domingo não foi diferente.

Pela 30ª rodada do Brasileirão, os rivais mediram forças na Ilha do Retiro e ficaram iguais: 2 a 2. O resultado deixa o Leão com 40 pontos, em 11º, equanto o Timbu fica com 31, ainda muito perto da zona de rebaixamento, na 15ª posição. O Rubro-Negro não perde para o rival em casa há quatro anos (assista ao vídeo ao lado).

Na próxima rodada, o Sport visita o líder Grêmio, dia 23, no Olímpico. O Timbu recebe a Portuguesa, dia 25, nos Aflitos.

CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO ATUALIZADA DO BRASILEIRÃO

Primeiro tempo de muita correria, e ânimos exaltados

Sem vencer há quatro partidas, Sport e Náutico começaram o clássico da Ilha do Retiro em alta velocidade. Dá até para dizer que, se passassem por um pardal, os times certamente seriam multados. O Leão, com Carlinhos Bala recuado para o meio, tentou explorar as jogadas pelas laterais do campo. Tanto que o time teve a primeira chance aguda de gol, aos 10. A bola sobrou limpa para o atacante Roger na entrada da área, mas ele concluiu mal.

Dois minutos depois, a torcida rubro-negra por pouco não soltou o grito de gol. Fumagalli buscou o ângulo de Eduardo em cobrança de falta, e a bola passou pertinho. Aos 17 minutos, Sidny avançou pela direita, encarou a marcação de Alessandro para cruzar, mas ninguém apareceu na área do Timbu para concluir.

Bola na rede!

Quem saiu na frente foi o Alvirrubro. Aos 18, Gilmar recebeu cruzamento de Willian na área, dominou bonito e bateu no catinho do goleiro Magrão: 1 a 0. Festa do visitante no reino do Leão, e torcida em silêncio (assista ao vídeo ao lado).

O gol do Timbu mexeu com o Sport, inclusive na forma de atacar. Além das laterais, os donos da casa passaram a centralizar os ataques. Aos 25, Gilmar soltou uma bomba de fora da área e assustou Magrão. Um minuto depois, o artilheiro Roger foi lançado, mas a zaga adversária o desarmou na hora da finalização. Enquanto isso, nas arquibancadas, um princípio de confusão. Policiais enfrentaram alguns torcedores da torcida alvirrubra.

No jogo, Carlinhos Bala cobrou falta para a área do Náutico, aos 29, o capitão Durval subiu muito para cabecear, e Eduardo fez um milagre. Defesaça! O ataque não foi nada perto do que ocorreu aos 36. Roger recebeu na ponta esquerda, invadiu a área com um lindo drible, tabelou com Carlinhos Bala, mas bateu para fora, na cara do gol, de forma inacreditável.

Capitão empata ainda no primeiro tempo, e a Ilha explode

Três minutos depois, o Náutico ficou sem comando na área técnica. Roberto Fernandes reclamou de uma falta clara que não foi marcada pelo árbitro Alicio Pena Júnior e acabou expulso. Aos 44, Wilson aproveitou cruzamento na área, mandou de cabeça, mas Eduardo fez a ponte para ficar com a bola. A resposta do Timbu veio em grande estilo. Felipe invadiu a área, deixou Igor sentado, mas chutou fraco ao gol.

Aos 47, Carlinhos Bala furou na tentativa voleio, mas Durval aproveitou o lance para encher o pé e empatar a partida. O goleiro Eduardo ainda defendeu parcialmente, mas a bola foi morrer na rede (assista ao vídeo ao lado).

Segundo tempo começa com virada do Leão

A bola mal começou a rolar na etapa final, e o Sport mostrou força e oportunismo. Aos dois minutos, Roger aproveitou a falha de Vágner dentro da área e bateu com muita categoria (assista ao vídeo ao lado). Na comemoração, o atacante tirou a camisa e foi punido com cartão amarelo.

Doze minutos depois, Willian fez fila na zaga do Sport e passou para Felipe. Livre na área, o atacante não teve qualquer trabalho para fazer o gol e deixar tudo igual: 2 a 2.

Aos 17, o primeiro cartão amarelo de Roger custaria muito caro. Em disputa de bola na área do Timbu, ele caiu e pediu pênalti. O árbitro entendeu que ele tentou simular a falta, aplicou o segundo amarelo e em seguida o vermelho. Cinco minutos mais tarde, o volante Sandro Goiano viu Eduardo adiantado e arriscou um chute quase da metade do campo. A bola passou perto.

Ritmo diminui, e faltas aumentam

Aos 36, o volante Ticão, que havia entrado aos 20 minutos do segundo tempo, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulo. O atacante Kuki, que esperava na lateral do campo para entrar, foi obrigado a aguardar mais tempo e ficou irritado com a situação. Nos dez minutos finais, o ritmo da partida diminui, e os dois times criaram poucas chances.



http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Sport/0,,MUL804688-9876,00-NO+CLASSICO+DOS+CLASSICOS+SPORT+E+NAUTICO+EMPATAM+NA+ILHA+DO+RETIRO.html

coritiba 1x1 goias

Coritiba e Goiás só empatam no Couto Pereira, e Libertadores fica mais longe



Chances para vencer o jogo não faltaram para Coritiba e Goiás na tarde deste domingo, no Estádio Couto Pereira. No entanto, o empate em 1 a 1 foi um resultado ruim para as duas equipes, que ficaram ainda mais distantes de uma vaga da Taça Libertadores da América do ano que vem. O time curitibano chegou a 46 pontos na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, permanecendo na oitava colocação. Já o Esmeraldino foi a 45 pontos e também não mudou de posição, seguindo em nono.

O jogo

Precisando da vitória para seguir alimentando o sonho de chegar à Libertadores, Coritiba e Goiás não quiseram saber cautela e partiram para o ataque desde o início da partida. No entanto, quem dominou as ações ofensivas foi o time da casa, que empurrado pela sua torcida, conseguiu duas boas chances nos primeiros dez minutos. A primeira foi com Keirrison, que dominou livre na área após cruzamento de Felipe, fez o giro, mas bateu para fora. Pouco depois, Ariel deu boa cabeçada após cobrança de escanteio de Carlinhos Paraíba, mas errou o alvo.

Assustado com o ímpeto do adversário, o Esmeraldino tentava se reorganizar e sair para o jogo. Os laterais Vitor e Júlio César eram sempre acionados, mas tinham dificuldades para se infiltrar no setor ofensivo do Coxa. A melhor chance dos goianos aconteceu aos 15 minutos. Iarley sofreu falta na entrada da área e Paulo Baier cobrou com perigo, assustando o goleiro Vanderlei, que apenas observou a saída da bola pela linha de fundo. Depois desta chegada do time de Helio dos Anjos, o jogo ficou mais parelho, mas perdeu um pouco em qualidade, com muitas disputas de bola no meio de campo.

O Coritiba tinha mais posse de bola, mas centralizada demais as jogadas, facilitando o trabalho da zaga adversária. Enquanto isso, o Goiás se aproveitava e encaixava bons contra-ataques. Em um deles, desperdiçou uma excelente chance de abrir o marcador. Fernando avançou pelo meio e, mesmo com Iarley livre dentro da área, preferiu o chute, mas bateu por cima do gol, aos 28 minutos. A resposta coxa-branca veio em seguida, com uma bonita cabeçada de Maurício após escanteio cobrado por Carlinhos Paraíba. O zagueiro testou com força e a bola raspou o travessão.

Com o jogo novamente aberto, as chances se tornaram mais freqüentes. Aos 35 minutos, Romerito perdeu um gol feito. O atacante recebeu sozinho na área, deixou o goleiro no chão por três vezes, mas não chutou, dando a chance de Vanderlei se recuperar. Em seguida, foi a vez de Harlei trabalhar. Ricardinho fez bonita jogada individual pela esquerda e cruzou para a área, mas o camisa um goiano tirou quase da cabeça de Keirrison. Então, aos 38 minutos, enfim foi aberto o placar. Romerito, mais uma vez, ganhou passe açucarado re Paulo Baier e desta vez não perdoou, tocando no canto direito da meta do Coxa. O time da casa ainda tentou reagir, mas a vitória parcial goiana se manteve.

Coxa passa sufoco, pressiona e empata

Em desvantagem e jogando em casa, o Coritiba para o tudo ou nada no segundo tempo. Dorival Junior colocou Marlos e João Henrique, sacando Carlinhos Paraíba e Leandro Donizete, colocando o time mais para frente. Porém, quem voltou melhor foi o Goiás. Aproveitando-se dos espaços deixados pelo rival, os goianos tiveram duas chances de ampliar até os cinco minutos. Na primeira, Romerito tentou duas vezes até que Vanderlei segurasse. Na outra, Paulo Baier invadiu a área sozinho, mas também parou no goleiro coxa-branca.

Apesar da pressão esmeraldina, o Coxa não estava morto na partida. Mesmo desorganizado, o time curitibano quase empatou o jogo em duas oportunidades. Primeiro o argentino Ariel acertou a trave após completar cruzamento de Keirrison. Depois foi a vez de Marlos carimbar o travessão após arriscar de longa distância, com a bola desviando na zaga. Então, aos 11 minutos, não teve jeito. Após escanteio cobrado por Marlos, Felipe dominou na área e tocou no canto de Harlei, empatando a partida.

Apesar do gol, o Goiás seguia jogando com inteligência, explorando os contra-ataques e usando bem as laterais do campo. Justamente po alí que o time de Helio dos Anjos quase chegou ao segundo. Paulo Baier recebeu lançamento de Vitor, dominou no peito, mas chutou por cima da meta de Vanderlei. A essa altura, o Coritiba já esquecia de qualquer tipo de tática e se lançava com tudo para o ataque. Como de hábito, deixando espaços em seu campo defensivo e levando Dorival Junior à loucura no banco de reservas.

Daí em diante, o que se viu foi um show de disposição dos dois times, que buscaram a vitória até o último instante da partida. No entanto, com o empate, ambos praticamente dão adeus à chance de disputar a Libertadores em 2009


http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Goias/0,,MUL804600-9867,00-CORITIBA+E+GOIAS+SO+EMPATAM+NO+COUTO+PEREIRA+E+LIBERTADORES+FICA+MAIS+LONGE.html

fluminense 2x2 vitoria

No intenso calor baiano, Vitória e Flu empatam no Barradão



Agência/Photocâmera

Vitória e Fluminense mostraram muita garra e correram muito, apesar do calor

Sob o forte calor de Salvador, que obrigou o árbitro a interromper a partida duas vezes para os jogadores tomarem água, o Vitória empatou com o Fluminense por 2 a 2, neste domingo, no Barradão. Com o resultado, o time carioca volta para a zona de rebaixamento, já que a Portuguesa venceu o líder Grêmio. Os tricolores reclamaram muito de um pênalti não marcado aos 46 minutos do segundo tempo, quando o zagueiro Leonardo Silva cortou um chute de Washington com o braço.

O Flu chega a 31 pontos e fica na 17ª posição. O Rubro-Negro soma agora 44 pontos, e está na décima colocação.

Na próxima rodada, quinta-feira, 23 de outubro, o Vitória enfrenta o São Paulo no Morumbi. O Flu, no sábado, recebe o Palmeiras no Maracanã.

Chances perdidas e golaços

A partida começou em alta velocidade, e, em um contra-ataque rápido, o Flu teve uma grande oportunidade logo aos dois minutos. Arouca aproveitou uma bobeada da defesa do Vitória e, de frente para o goleiro, chutou na trave. O Tricolor continuou a ter facilidade de furar o bloqueio adversário e chegou mais uma vez com um elemento surpresa. Aos 12, Washington deu ótimo passe para Edcarlos, que, de cara para o gol, demorou para chutar e foi travado na hora da finalização. O castigo para os tricolores veio logo na primeira boa trama dos donos da casa. Aos 16 minutos, Rafael tabelou com Robert, deixou Fabinho no chão, e chutou forte, cruzado, para fazer 1 a 0.

O forte calor em Salvador criou uma situação inusitada. Aos 23, o árbitro Leandro Pedro Vuaden parou o jogo para os jogadores tomarem água. A parada não diminuiu o ritmo do Tricolor. Aos 26, Conca fez grande jogada e serviu Washington, que ficou livre, de frente para o gol. O Coração Valente chutou em cima de Viáfara. Mais uma grande oportunidade perdida pelo Fluminense. Um minuto depois, o Vitória devolveu o susto. Rafael arriscou de longe e bola bateu no travessão. Fernando Henrique nem se mexeu.

A recompensa pelo esforço tricolor veio aos 36, com Thiago Silva. O zagueiro bateu falta da intermediária, a bola fez uma curva impressionante e foi no ângulo do goleiro Viáfara. Um golaço: 1 a 1. Antes do fim do primeiro tempo, o Vitória teve uma ótima chance de voltar a ficar em vantagem no placar. Aos 43, Leandro Domingues recebeu livre dentro da área e chutou cruzado, a bola passou rente à trave direita do goleiro Fernando Henrique.

Flu vira logo no início do segundo tempo

O Fluminense voltou do vestiário com a mesma postura da primeira etapa, e conseguiu a virada logo no primeiro minuto. Após levantamento na área, Thiago Silva chutou de perna esquerda e Viáfara soltou dentro da pequena área. Washington foi mais esperto do que os defensores e desviou a bola para o fundo do gol: 2 a 1. O Vitória se lançou ao ataque para tentar a reação, mas foi o Flu que criou novamente. Aos 12, Junior Cesar cruzou da esquerda e Washington desviou de cabeça e a bola passou perto do gol.

Os donos da casa conseguiram empatar a partida aos 20 minutos, com Marquinhos. Na entrada da área, o atacante driblou Wellington Monteiro e chutou colocado, no canto esquerdo do goleiro Fernando Henrique. Três minutos depois, o Vitória teve a chance de ficar na frente do placar. Ramon chutou forte da entrada da área e o goleiro tricolor fez boa defesa. Aos 25, o árbitro interrompeu novamente a partida para os jogadores tomarem água.

Aos 46, para total desespero dos tricolores, Washington teve a chance de decretar a vitória do Flu, mas perdeu outra boa chance. Ciel tocou para Washington dentro da área e o Coração Valente chutou de primeira. A bola pegou no braço do zagueiro Leonardo Silva e saiu. O árbitro mandou o lance seguir. Na saída do gramado, os jogadores reclamaram muito do juiz





http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Fluminense/0,,MUL804609-9866,00-NO+INTENSO+CALOR+BAIANO+VITORIA+E+FLU+EMPATAM+NO+BARRADAO.html

gremio 0x1 portuguesa

Portuguesa vence o Grêmio, sai da zona da degola e embola a briga pelo título



Agência/Futura Press

Leo tenta dominar a bola no Canindé

O Grêmio foi a campo no Canindé com a faca e o queijo nas mãos para abrir quatro pontos de vantagem sobre o vice e encaminhar o título brasileiro. E saiu de lá com a liderança ainda mais ameaçada. A Portuguesa venceu o time gaúcho por 2 a 0 neste domingo, saiu da zona de rebaixamento e, de quebra, embolou definitivamente a briga pelo caneco do Brasileirão.

Com a derrota, o Grêmio teve prejuízo duplo: viu diminuir a distância para o vice e ainda recebeu a aproximação de mais concorrentes. O Cruzeiro, que antes estava quatro pontos atrás do líder, agora é o segundo colocado, um pontinho atrás - 55 contra 56 dos gaúchos. O Palmeiras, terceiro, tem a mesma pontuação dos mineiros. O São Paulo aparece em quarto, com 53. A Lusa, com os três pontos conquistados, subiu para 31, em 16º.

O Tricolor volta a campo na quinta-feira, em casa, contra o Sport. A Portuguesa tem duelo decisivo com o Náutico no sábado, em Recife.

Altos e baixos no primeiro tempo

A etapa inicial foi dividida em duas no Canindé. Na primeira metade, predomínio da Lusa; na segunda, controle do Grêmio. Em comum, a ausência de gols e a carência de chances claras.

O líder demorou a se encontrar em campo. Como conseqüência, a Lusa tomou conta do terreno. Com um minuto de jogo, os mandantes quase pularam na frente. Patrício apareceu bem pela direita e mandou na cabeça de Washington, que concluiu para fora, com extremo perigo.

O Grêmio parecia incomodado em campo. Enquanto se acostumava com o gramado do Canindé, o time de Celso Roth viu o oponente controlar o jogo. Com 17 minutos, Athirson mandou na área, Washington desviou e Edno girou para o gol defendido por Victor. Quase.

Pouco antes, os paulistas reclamaram pênalti de Rever, que desviou a bola com o braço na área. O árbitro entendeu que não foi intencional.

A melhor chance de gol, aos 21 minutos, serviu como pontapé inicial do controle gremista na partida. Em cruzamento da direita, a bola sobrou para o zagueiro Pereira na entrada da área. Ele dominou, ajeitou o corpo, mirou o canto esquerdo de Eduardo Gottardi e mandou o chute. A bola lambeu a trave. E saiu por muito pouco.

A partir daí, o Grêmio cresceu, mas não chegou a colecionar chances efetivas de gol. Léo, aos 46, cabeceou com perigo. Antes, Edno forçara Victor a fazer boa defesa em chute rasteiro.

Lusa alcança os gols


O segundo tempo apresentava o mesmo estilo do primeiro, com muita correria e pouca criatividade, quando a Portuguesa chegou ao gol. Eram dez minutos da etapa final. Athirson cobrou escanteio da esquerda, Rever tocou mal na bola e Ediglê concluiu para o fundo do gol. Victor só pôde lamentar.

O Grêmio partiu em busca do empate. Rafael Carioca, lesionado, já havia dado lugar a Orteman. Roth lançou Perea no lugar de um ineficiente Soares e Souza como substituto de Pereira. O time ficou mais ofensivo, mas não conseguiu ser perigoso. Douglas Costa não repetiu a inspiração de suas duas primeiras partidas com a camisa gremista.

A Lusa, interessada no placar, teve competência para deixar o tempo passar. Quando foi atacada, mostrou solidez defensiva e tentou explorar contra-ataques. Num deles, chegou ao segundo gol, já nos acréscimos, com Edno. Ele recebeu passe de cabeça, driblou Victor e marcou.

O Grêmio, em nova atuação ruim como visitante, se mostrou frágil e teve que engolir um resultado que pode fazer falta na luta final pelo título.

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Gremio/0,,MUL804762-9868,00-PORTUGUESA+VENCE+O+GREMIO+SAI+DA+ZONA+DA+DEGOLA+E+EMBOLA+A+BRIGA+PELO+TITUL.html

flamengo 1x0 vasco

Fla vence, volta a sonhar com o título e afunda o Vasco na lanterna




Obina comemora o gol contra de Jorge Luiz, do Vasco

O Flamengo pode até se dar ao luxo de jogar mal, muito mal. Contra a má fase do Vasco basta. Principalmente com o esforço da defesa cruzmaltina em dar uma mãozinha. Primeiro foi Odvan, que durante os treinos da semana tirou Leandro Amaral da partida com um carrinho desnecessário. E no clássico deste domingo, no Maracanã, Jorge Luiz completou a lambança. Com um gol contra, o zagueiro vascaíno deu de presente a vitória aos rubro-negros.

Com o triunfo por 1 a 0, o Flamengo volta a sonhar com o título brasileiro. O Rubro-negro chega aos 52 pontos e está com quinto lugar. O líder é o Grêmio, com 56. O Vasco agoniza na última posição, com 27 pontos, em uma situação cada vez mais complicada.

O presidente Roberto Dinamite, que assumiu o Vasco em nono lugar no Campeonato Brasileiro prometendo títulos e uma era de vitórias, agora se vê em um momento cada vez mais delicado com o time na lanterna a oito rodadas do fim da competição. Com os resultados deste fim de semana, o time cruzmaltino está quatro pontos atrás da Portuguesa, o primeiro clube fora da zona de rebaixamento. O Vasco não vence há dez jogos no Brasileirão.

Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Goiás, no Serra Dourada, na quarta-feira. Já o Flamengo encara o Coritiba, em casa, na quinta.

Jorge Luiz dá uma força ao Flamengo

O Vasco teve a primeira chance após Allan Kardec sofrer falta na entrada da área. Mas Madson cobrou muito mal em cima da barreira. A resposta veio rápida. Obina, por pouco, não fez o primeiro gol. Mas chegou atrasado na hora de cabecear para sorte do goleiro Rafael, que saiu mal na jogada.

O Flamengo começou errando muitos passes no meio-campo. Mas o Vasco, com suas limitações, não conseguia aproveitar as chances. Com a chuva fina que caia no Maracanã e o campo pesado e escorregadio, os vascaínos tentavam arriscar de longe, mas faltava pontaria.

Aos 13 minutos, Allan Kardec roubou bola no meio e tocou para Baiano. O lateral cruzou para Madson, que dominou e chutou rasteiro. Bruno caiu bem no canto esquerdo e defendeu firme. Logo depois foi a vez de Allan Kardec chutou rasteiro de longe para fora.

O Vasco, mesmo desorganizado, continuava tentando. Aos 20 minutos, Alex Teixeira foi lançado, tirou Fábio Luciano e chutou rasteiro. Bruno defendeu firme.
Aos 25, Mateus cobrou falta e Bruno voltou a segurar sem rebote.

A partir daí o Flamengo começou a melhorar. Marcelinho Paraíba chutou forte de longe, o goleiro Rafael pulou tarde e, para sorte dos vascaínos, a bola foi para fora passando muito perto da trave esquerda.

E quando o fim do primeiro tempo se aproximava, o Vasco deu uma mãozinha para o Flamengo. Jonílson errou passe no meio-campo. Obina recebeu lançamento, se enrolou todo com a defesa do Vasco e, na confusão, Jorge Luiz tocou de bico para trás. A bola entrou no canto esquerdo do goleiro Rafael, que ainda tocou na bola. Gol contra de Jorge Luiz. Flamengo 1 a 0. E o Vasco entrou para o vestiário escutando os gritos de "ão, ão, ão... Segunda Divisão".

Com dez, Flamengo suporta a pressão

O início do segundo tempo foi cheio de passes errados e lances bisonhos. Em campo, o Vasco parecia mais perdido que a diretoria tentando livrar o clube do rebaixamento. Em um ataque, em que havia sete vascaínos contra quatro rubro-negros, os jogadores não sabiam o que fazer com a bola, que acabou indo para fora qualquer perigo. Após o lance, Renato Gaúcho resolveu colocar Wagner Diniz no lugar de Baiano.

Logo depois, Pedrinho entrou no lugar de Mateus. Fabio Luciano foi expulso ao puxar a camisa de Allan Kardec. E o Vasco foi para o tudo ou nada. O zagueiro Eduardo Luiz saiu para a entrada do atacante Pinilla. Aos 25 minutos, Pedrinho cobrou falta e Fernando cabeceou. Bruno fez uma defesa muito difícil e salvou o Flamengo.

Alex Teixeira, que antes da partida disse que a defesa rubro-negra era muito lenta, esteve muito mal e perdeu a maioria das jogadas para os zagueiros. E perdido em campo, como a diretoria fora dele, o Vasco passou a tentar apenas cruzamentos para a área. E as bolas sempre paravam nas mãos de Bruno. Aos 42 minutos, Pinilla dominou e tocou para a área na saída do goleiro rubro-negro. Mas nenhum vascaíno apareceu para completar a bola para a rede.

Foi a segunda derrota da "Era Dinamite" para o rival. No primeiro turno, o Flamengo já havia vencido por 3 a 1. Os rubro-negros seguem com esperança de lutar pelo título brasileiro. Aos vascaínos, só resta começar a rezar


http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL804690-9865,00-FLA+VENCE+VOLTA+A+SONHAR+COM+O+TITULO+E+AFUNDA+O+VASCO+NA+LANTERNA.html

tlético-MG 0 X 2 Cruzeiro

Cruzeiro mantém rotina de vitórias sobre o Galo e chega à vice-liderança




Cruzeiro mantém rotina de vitórias sobre o Galo e chega à vice-liderança

Site Oficial do Cruzeiro

Comemoração do gol do Cruzeiro

O Cruzeiro tornou um pouco mais amargo o ano do centenário do Atlético-MG. Manteve o bom retrospecto sobre o rival, ao ganhar pela quarta vez em cinco clássicos em 2008, e subiu para a segunda colocação do Campeonato Brasileiro, mantendo-se mais vivo do que nunca na briga pelo título. Jonathan e Guilherme marcaram os gols da vitória por 2 a 0 neste domingo, no Mineirão.

O time celeste soma agora 55 pontos, assim como o Palmeiras, que tem uma vitória a menos. O líder Grêmio está logo à frente, com 56. O Atlético-MG perdeu a chance de se distanciar um pouco mais da zona de rebaixamento. Está em 12º lugar, com 37 pontos.

Na próxima rodada, a Raposa encara o Atlético-PR na Arena da Baixada, na quinta-feira. No mesmo dia, o Galo recebe o Internacional no Mineirão.


Início avassalador do Cruzeiro

Sem Wagner, que começou no banco de reservas, o Cruzeiro não perdeu tempo estudando o rival e partiu para cima desde o apito inicial. Com 12 minutos, já havia concluído oito vezes a gol - contra nenhuma do Atlético. Thiago Ribeiro aproveitava qualquer chance perto da área para soltar uma bomba e chegou a acertar o peito do goleiro Juninho, que não conseguiu encaixar a defesa.

Seu companheiro de ataque, Guilherme, mostrou pontaria menos afiada. Teve duas boas oportunidades com quatro minutos de partida, mas pegou muito mal na bola em ambas. Nesse bombardeio inicial, curiosamente a melhor chance veio quase sem querer. Ramires dividiu uma jogada pelo alto e cabeceou para trás. A bola encobriu Juninho e tocou no travessão.

Assustado, o Atlético praticamente desistiu de ir ao ataque e se encolheu na defesa. Com isso, resolveu um problema: acabou com um buraco que havia na frente dos zagueiros. O time continuou não levando perigo à defesa adversária, mas ao menos conseguiu diminuir as investidas cruzeirenses. O único lance de razoável perigo do Atlético foi numa cabeçada de Castillo que passou perto da trave, aos 30 minutos.

O Cruzeiro chegou ao seu gol quando o Atlético dava a impressão de que agüentaria chegar ao intervalo com o 0 a 0 no placar. E a jogada começou com Fernandinho, que até então não conseguia desempenhar bem o papel de Wagner. Ele deu ótimo passe na direita para Jonathan, que invadiu a área e chutou forte e rasteiro, aos 42 minutos.


Galo tenta atacar, mas sem sucesso

O Atlético voltou para o segundo tempo com Raphael Aguiar no lugar de Denilson. A substituição deixou o time mais ofensivo, mas também mais vulnerável, sobretudo pelo lado esquerdo da defesa. Foi por ali que, aos 13 minutos, Thiago Ribeiro recebeu lançamento e deu ótimo passe na área para Guilherme, que chutou rente à trave.

Adilson Batista percebeu que precisava de alguém para explorar mais os espaços deixados pelo Atlético e resolveu pôr Wagner em campo, no lugar de Fernandinho. O meia, que se recuperou recentemente de uma lesão no joelho e outra na coxa, mostrou seu cartão de visitas. Logo na primeira participação, deu ótimo passe para Guilherme, que chutou para defesa de Juninho.

O Cruzeiro passou a chegar com mais perigo ao ataque. Aos 32 minutos, Wagner deixou um adversário no chão com um drible e chutou forte. Juninho defendeu com segurança. O meia ainda teve outra boa oportunidade, aos 38, quando recebeu passe de Ramires, invadiu a área e chutou para fora.

Ramires acertou a trave pela segunda vez no jogo, aos 42 minutos, desta vez com um chute. No rebote, Guilherme isolou. Nos acréscimos, o goleiro Juninho derrubou Elicarlos, que recebera ótimo passe de Camilo. Guilherme cobrou com paradinha e fez 2 a 0.

O Atlético não levou perigo ao gol de Fábio na segunda etapa e só conseguiu chegar à área por meio de jogadas de bola parada. Inferior ao rival no clássico, o time viu aumentar para oito partidas o jejum de vitória diante do riva

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Futebol/0,,CCF22921-9825,00.html

Palmeiras 2 X 2 São Paulo


Em clássico quente, São Paulo e Palmeiras empatam no Palestra Itália



Os palmeirenses vislumbravam 70% de chances de vencerem o "Choque-Rei". Os são-paulinos mostravam satisfação com os 30% restantes. Mas o que se viu na tarde deste domingo, no Palestra Itália, foi a igualdade entre as equipes. O empate em 2 a 2 não chega a ajudar muito os dois times, que brigam para se aproximarem do Grêmio, líder do Brasileirão.

Mas o resultado pode ter ganhado contornos diferentes para os dois times. Depois de estar vencendo por 2 a 0, o São Paulo deixou o campo reticente, enquanto o Palmeiras comemorava o empate heróico dentro de casa.

E no duelo entre os técnicos que mais pontuaram no Brasileiro de pontos corridos, comemora mais Vanderlei Luxemburgo, o vice do ranking, que viu seu time chegar aos 55 pontos, apesar de cair para o terceiro posto no campeonato, depois da vitória do Cruzeiro sobre o Atlético-MG por 2 a 0 - a Raposa tem o mesmo número de pontos, mas tem uma vitória a mais (17 contra 16). Muricy Ramalho, por sua vez, mantém o seu time no G-4, agora com 53 pontos.

Na próxima rodada, o Palmeiras enfrenta o Fluminense, no Rio de Janeiro. Antes disso, a equipe pega o Argentino Juniors, pela Copa Sul-Americana, na quarta-feira. Já o São Paulo encara o Vitória, quinta-feira, no Morumbi.

Clima tenso, e São Paulo na frente

Até o torcedor mais otimista não poderia imaginar que o jogo fosse tão quente logo no começo. Com menos de dez minutos, e quando o Palmeiras começava a se aproximar mais do gol do Rogério Ceni, foi o São Paulo que aproveitou melhor a oportunidade que teve.

Em jogada individual, Jean, que nunca havia participado de um “Choque-Rei” pelo time profissional, foi derrubado na área por Léo Lima. Na cobrança, Rogério Ceni marcou e colocou o Tricolor na frente, logo aos seis minutos.

Logo depois, na saída de bola, confusão entre os jogadores. Tentando proteger a volta o camisa 1 são-paulino, os atletas do Tricolor atrasaram a saída de bola do time da casa. No empurra-empurra, Borges e Diego Souza acabaram sendo expulsos pelo árbitro Salvio Spinola.

Preocupado em recompor o meio-campo, Luxemburgo optou por sacar o zagueiro Mauricio para a entrada do meia Evandro, mudando o esquema para o 4-4-2. Muricy, por sua vez, apenas adiantou o volante Hernanes, sem fazer nenhuma substituição.

O jogo ganhou em emoção tanto para palmeirenses quanto para são-paulinos. E Rogério Ceni acabou se destacando na partida com belas defesas. Em uma delas, aos 28 minutos, espalmou um forte chute cruzado de Kléber.

Em outra oportunidade, o goleiro contou com a sorte para livrar a equipe do empate. Aos 36, o travessão ajudou Rogério a manter a barreira, quando Alex Mineiro cabeceou e ainda viu a bola beijar a linha do gol, mas sem entrar totalmente.

Ao São Paulo, restavam os contra-ataques. E foi em um deles que a equipe conseguiu ampliar o placar. Dagoberto, que já tivera um gol anulado corretamente, recebeu na entrada da área, cortou um defensor e bateu no contrapé de Marcos, fazendo 2 a 0, aos 44 minutos.

O reflexo do jogo quente na tarde deste domingo, no Palestra Itália, ficou na súmula do trio de arbitragem. Somente no primeiro tempo, oito cartões foram distribuídos entre palmeirenses e são-paulinos, sendo dois vermelhos - um para cada lado.

Pressão palmeirense e empate

O ambiente quente de primeira etapa prosseguiu no decorrer do jogo. A diferença, porém, foi o número de cartões, que diminuiu. Mas o clima de tensão não deixou de existir. Precisando pelo menos empatar o confronto em casa, Luxemburgo logo queimou suas últimas substituições, com as
entradas de Pierre e Denílson nas vagas de Léo Lima e Sandro Silva, respectivamente.

Sem mexer no time, o São Paulo seguiu tentando se aproveitar quando a defesa do Palmeiras se abria, sempre na velocidade de Dagoberto. Mas a torcida tricolor se empolgava mesmo era com as defesas de Rogério Ceni, testado com freqüência pelo adversário.

Em uma das chances perdidas pela equipe de Alex Mineiro e companhia, o camisa 1 do Morumbi não se intimidou com a habilidade de Kléber e saiu para pegar a bola nos pés do atacante do Palmeiras.

Empurrado pelos torcedores, os alviverdes seguiram apostando contra Ceni. E aos 33 minutos conseguiram, enfim, vencer o capitão tricolor. Em bela jogada de linha de fundo de Denilson, Kléber foi mais veloz que Zé Luis e apenas empurrou a bola para o fundo das redes.

O empate veio logo em seguida, em cobrança de falta de Leandro. Para azar do time de Muricy, a bola ainda desviou na cabeça de Dagoberto antes de entrar: 2 a 2. O gol foi comemorado com uma verdadeira festa, com direito aos reservas invadindo o gramado para abraçar os titulares.



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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Bosco alega que cores não combinam, não troca uniforme e pode ser suspenso

Wander Roberto/VIPCOMM

O goleiro Bosco durante treino do São Paulo

Um episódio curioso pode fazer o goleiro Bosco parar no STJD. A súmula do jogo entre Ipatinga e São Paulo relata que ele se negou a trocar de camisa e calção, apesar de um pedido do quarto árbitro, alegando que a cor não combinaria com a das meias.

Elmivan Alves Andrade, quarto árbitro do jogo apitado por Evandro Rogério Roman, relatou o episódio na súmula:

"Antes do início da partida, fui ao vestiário das equipes... / Ao solicitar ao goleiro da equipe do São Paulo que trocasse seu uniforme de cor preta (camisa, bermuda e meia) pelo uniforme de cor azul (camisa e bermuda), este disse que não iria trocar, pois não iria combinar camisa azul, calção azul e meia preta", diz o texto assinado pelo quarto árbitro.

Em outro trecho, ele reclama da postura do goleiro reserva tricolor:

"Informei (ao goleiro) que, por haver outro uniforme que o descaracterizasse dos demais jogadores e também da arbitragem, isto seria relatado e encaminhado junto a súmula. Informo ainda que foi por mera má vontade a não troca do uniforme"

A súmula será analisada pelos procuradores do STJD e Bosco pode até ser denunciado no artigo 251, que fala em desrespeitar o árbitro e seus auxiliares, o que poderia render suspensão de uma a quatro partidas. O procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, diz não se lembrar de nenhum caso parecido, mas revela que o goleiro será julgado e pode ser punido.

- Esse tipo de relato na súmula é muito raro. É difícil um jogador não seguir as orientações do árbitro. O atleta deve ser denunciado e, conseqüentemente, julgado. Não tenho como dizer se vai ou não ser punido, mas, realmente, pode pegar uma suspensão - afirma, por telefone.

Se Schmitt vê como real a chance do jogador ser punido, o mesmo não acontece com Antonio Meccia, procurador do TJD paulista. Para Meccia, é difícil o goleiro sofrer alguma punição.

- É complicado enquadrar no artigo 251. Não chegou a ser um desrespeito ao árbitro. E o goleiro atuou com a camisa, não foi punido em nenhum momento pelo árbitro - diz.

Bosco diz que não se recusou a trocar de uniforme

Procurado pela reportagem do GLOBOESPORTE.COM, Bosco afirmou que não aconteceu nada no vestiário e que iria procurar a súmula para saber o que foi relatado.

*Colaboraram: Julyana Travaglia e Thiago Fernandes


http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL788327-9827,00-BOSCO+ALEGA+QUE+CORES+NAO+COMBINAM+NAO+TROCA+UNIFORME+E+PODE+SER+SUSPENSO.html

domingo, 5 de outubro de 2008

São Paulo bate o Ipatinga fora de casa e não deixa os líderes escaparem

Futura Press

Rodrigo comemora gol do São Paulo

O São Paulo aproveitou o fato de estar jogando contra um time que luta contra o rebaixamento e venceu o Ipatinga por 3 a 1, neste sábado, no Ipatingão. Jean, Rodrigo e Jorge Wagner marcaram para os visitantes, enquanto Adeílson descontou para os donos da casa.

Com o resultado, o Tricolor sobe para 49 pontos, ainda quatro a menos que o líder Palmeiras. O Tigre permaneceu na zona de rebaixamento, com 27 somados. Na próxima rodada, os paulistas jogam em casa contra o Náutico, enquanto os mineiros visitam o Cruzeiro.

O jogo

Os primeiros 20 minutos da partida tiveram o meia Jean, do São Paulo, como grande destaque, tanto positiva como negativamente. Primeiro ele fez bonito: aos quatro de jogo, ele recebeu de Borges da esquerda e chutou de primeira, no canto esquerdo, abrindo o placar.

Com o gol, o Ipatinga iniciou rapidamente uma reação. O zagueiro Gian teve duas chances aos 12 e 13 minutos, mas não conseguiu marcar - uma foi para fora e a outra foi defendida por Bosco. Mas aí foi a vez de Jean aparecer de novo. Em lance com Adeílson, o jogador são-paulino colocou a mão na bola dentro da área. Pênalti assinalado e convertido pelo próprio Adeílson: 1 a 1, aos 15.

Após uma trapalhada da zaga Tricolor, o Ipatinga quase virou cinco minutos depois. Ferreira ficou livre na área, mas chutou fraco e em cima de Bosco.

A falha parece ter acordado o time do São Paulo. O jogo ficou equilibrado até o fim da etapa, mas sem nenhuma grande chance. Até aparecer uma falta na intermediária para os visitantes. Rodrigo foi para a cobrança de forma despretensiosa. Entretanto, o chute sem tanta força passou no meio da barreira e entrou no canto direito, restando cinco minutos para o intervalo.

Tricolor decide o jogo

No segundo tempo, o São Paulo voltou disposto a decidir o jogo. Joílson, aos três, e Hernanes, aos cinco, finalizaram na direção do gol, mas pararam nas mãos do goleiro Fernando.

Em desvantagem, o Ipatinga partiu para cima. A defesa tricolor se postou bem e não permitiu que o adversário criasse grandes chances. E ainda providenciava bons contra-ataques. Jean e Jorge Wagner, aos 21 e 23 minutos respectivamente, desperdiçaram.

Por fim, com 31 minutos o São Paulo teve um pênalti a seu favor, sofrido por Hernanes. Jorge Wagner, em seu centésimo jogo pelo Tricolor, foi para a cobrança e não desperdiçou: 3 a 1.





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Gurizada do Grêmio vence o Botafogo e segue firme na briga pelo título

Agência Estado

Helder, do Grêmio, recebe marcação de Andre Luis, do Botafogo

O Grêmio apostou na gurizada para voltar a vencer e seguir firme e forte na luta pelo título do Campeonato Brasileiro. De virada, com grande dose de dificuldade, o time gaúcho cumpriu o objetivo ao fazer 2 a 1 no Botafogo na tarde deste sábado, no Olímpico, e complicar o objetivo carioca de colar um pouco mais no G-4. O resultado positivo encerrou a série de quatro jogos consecutivos sem vitória para os tricolores e amenizou o trauma da goleada sofrida no Gre-Nal.

Renato Silva abriu o placar para o Alvinegro. A promessa Douglas Costa e o zagueiro Rever viraram. Com os três pontos, o Grêmio chegou a 53, ainda na segunda colocação, atrás do Palmeiras no número de vitórias. O Fogão, estacionado nos 43, é o oitavo.

Ouça os gols da partida

O time de Celso Roth volta a campo quarta-feira, novamente no Olímpico, contra o Santos. Um dia depois, o Botafogo recebe o Vitória em jogo direto na caça por uma vaga na Libertadores do ano que vem.

Braços, cotovelos e gols no primeiro tempo

O caráter decisivo do jogo foi representado por um festival de cotoveladas, encontrões, braços no rosto e pés por cima da bola no primeiro tempo. O grau de rispidez da partida esteve acima da média. Com tanta tensão, faltou bola. O duelo foi pegado, foi corrido, mas não teve grande qualidade técnica.

Celso Roth resolveu lançar a gurizada. Felipe Mattioni e Douglas Costa caíram no agrado da torcida. E foram bem. O meia foi o principal responsável pela articulação no Tricolor. Com 14 minutos, ele alçou bola na área para Morales, mas o gigante não conseguiu alcançar. Aos 23, o guri deixou dois adversários perdidos com um único drible. O chute, com efeito, saiu à esquerda de Castillo. Quase.

O Botafogo, contando com o bom passe de Diguinho e Túlio, soube sair da defesa para o ataque. O problema para os cariocas é que Carlos Alberto recebia, girava, girava, girava mais um pouco e aí perdia a bola. Com Lucio Flavio em tarde um pouco apagada, o gol só poderia sair de bola parada. E assim foi. O próprio camisa 10 alvinegro mandou na área, Jorge Henrique fez desvio decisivo na primeira trave e Victor soltou nos pés de Renato Silva, que só teve que concluir: 1 a 0 para os visitantes.

Os gremistas ainda assimilavam o impacto do gol sofrido quando brilhou a estrela de Douglas Costa. Morales disputou bola por cima. O jovem talento gremista ficou com a sobra, olhou para a meta e mandou o chute. Antes de entrar no cantinho de Castillo, a bola ainda desviou em Andre Luis. E a torcida fez a festa com a estréia pé-quente da maior promessa do Olímpico.

As rusgas entre os jogadores ainda renderiam duas expulsões. O árbitro Heber Roberto Lopes expulsou Léo e Jorge Henrique depois que eles se enroscaram em campo.

Grêmio vira

O segundo tempo voltou com o mesmo panorama da etapa inicial. O que mudou mesmo foi o ímpeto dos atletas, um pouco mais calmos. O Grêmio teve controle de bola e chegou mais ao ataque, mas o Botafogo, na saída para o ataque, seguiu incomodando.

O Tricolor perdeu duas chances claras de gol. Na primeira, Douglas Costa acionou Felipe Mattioni, que entrou em diagonal e mandou o chute. Renan (que entrou no lugar de Castillo, lesionado) conseguiu abafar a conclusão. Depois, o ala gaúcho cruzou na medida para o gigante Morales. Ele recebeu livre na área, olhou para o gol e mandou o chute por cima.

O uruguaio perdeu um daqueles gols que os gremistas poderiam lamentar pelo resto da vida. Mas Rever resolveu o problema. Hélder bateu escanteio fechado, aos 18 minutos, para o zagueirão desviar de cabeça e virar o jogo.

Com o gol gaúcho, o Botafogo teve que ir para o ataque. Automaticamente, cedeu espaço. Soares, pela ponta, mandou na cabeça de Felipe Mattioni, que desviou para fora, com muito perigo.

A vantagem fez com que o Grêmio se tornasse mais cauteloso. Assim, o time gaúcho praticamente não foi ameaçado pelo Botafogo e conseguiu manter a vitória e os três pontos.





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De virada, Palmeiras derrota o Atlético-MG e segue na liderança

Denilson comemora gol do Palmeiras

O Palmeiras passou no teste no primeiro jogo em que defendeu a liderança do Campeonato Brasileiro. De virada e contando com a ajuda do atacante Marques, do Galo, que foi expulso no primeiro tempo, derrotou o Atlético-MG por 3 a 1, neste sábado, no Palestra Itália. Renan Oliveira colocou a equipe mineira em vantagem no marcador, mas Leandro, Alex Mineiro e Denílson decretaram a virada.

OUÇA OS GOLS DO JOGO PELA RÁDIO GLOBO AM

Palmeiras e Grêmio, que derrotou o Botafogo por 2 a 1, também de virada, seguem agora com 53 pontos na ponta da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Mas o Verdão tem uma vitória a mais que o Tricolor gaúcho (16 a 15).

Na próxima rodada, os paulistas enfrentam o Figueirense, quarta-feira, às 22h, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Já os mineiros voltam a campo somente no sábado, às 18h20m, no Maracanã, para encarar o Flamengo.

Pressão alviverde

O jogo começou aberto, mas o Palmeiras mostrava mais qualidade no meio-campo. Aos quatro minutos, Diego Souza recuperou uma bola praticamente perdida e rolou para Kléber, que encheu o pé, da marca do pênalti. O goleiro Juninho evitou o gol com as pernas. Em seguida, aos sete, Diego Souza, de novo, lançou Alex Mineiro, que invadiu a área e bateu forte. Leandro Almeida impediu o gol com um carrinho preciso.

Enquanto o Galo mostrou perigo nos contra-ataques, o Verdão marcou firme no meio-campo e pressionou no ataque. Aos 12 minutos, em belo chute da entrada da área, Alex Mineiro mandou a bola no ângulo direito, mas Juninho fez excelente defesa. Aos 21, o Atlético-MG criou boa chance com Jael, que fez jogada individual e cruzou, mas Marcos, em linda ponte, fez a defesa.

Na ânsia de abrir o placar, o Palmeiras foi com tudo ao ataque e abriu espaços perigosos para os contra-ataques do Galo, que aproveitou um vacilo duplo da zaga alviverde. Aos 31, Pierre atrasou na fogueira para Maurício, que driblou para o lado errado e perdeu a bola para Marques. O atacante cruzou na medida e Renan Oliveira, com tranqüilidade, fez 1 a 0.

Inexplicavelmente, o experiente Marques, que vinha fazendo a diferença a favor do Galo, e já havia recebido o cartão amarelo no início do jogo, colocou a mão na bola intencionalmente aos 37 minutos e foi expulso merecidamente. Com um a menos, o Atlético-MG recuou e abriu espaços para o Verdão mandar no jogo.

Depois de dois chutes de Pierre, de fora da área e sem direção, o Palmeiras finalmente chegou ao gol de empate. Aos 43, em belo passe de Alex Mineiro, Leandro fez um golaço: 1 a 1. Aos 49, Elder Granja cruzou na medida e Alex Mineiro, de cabeça, carimbou o travessão.

Segundo tempo

As duas equipes voltaram modificadas. No Galo, Denílson entrou no lugar de Elton para reforçar o sistema defensivo. Já no Verdão, Luxemburgo abandonou o esquema tático com três zagueiros. Sacou Martinez para a entrada do meia Evandro, e Pierre cedeu o lugar para Leo Lima.

Com um a mais em campo, o Palmeiras sufocou o Atlético-MG. A equipe passou a trocar passes com desenvoltura, fez tabelas, criou jogadas pelos lados do campo, e mandou no segundo tempo. Leo Lima, em dois belos chutes de fora da área, quase virou o placar. No primeiro, aos oito minutos, a bola explodiu no travessão. No segundo, aos 10, tirou tinta da trave direita.

Preocupado com o sufoco que o Galo estava levando, o técnico sacou o meia Renan Oliveira e promoveu a entrada do atacante Raphael Aguiar com a finalidade de segurar a bola no ataque. E, aos 16, Raphael Aguiar, após passe de Serginho, exigiu grande defesa de Marcos.

Luxemburgo respondeu em seguida e colocou Denílson na vaga de Elder Granja. E logo na primeira jogada do atacante, aos 17, Denílson barbarizou pelo setor esquerdo e cruzou na medida para Alex Mineiro, que matou a bola no peito e fez um golaço: 2 a 1.

Perdido em campo após o segundo gol, o Galo se fechou na defesa para impedir a goleada. O Palmeiras continuou martelando no ataque, criou várias jogadas e chegou ao terceiro gol aos 33 minutos. Denílson tocou para Kléber, que encheu o pé. O goleiro Juninho falhou e soltou a bola e Denílson apenas empurrou para o fundo da rede: 3 a 1. Depois, o Verdão tocou a bola até o fim do jogo. E a torcida gritou olé



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Com direito a golaço de Leo Moura, Fla vence o Náutico nos Aflitos

Agência Estado

Leo Moura e Marcelinho Paraiba comemoram gol do Flamengo

Marcelinho Paraíba chamou e alugou um ônibus para 28 convidados assistirem ao seu retorno ao Nordeste depois de oito anos. E, mesmo sem ter uma atuação brilhante, o atacante presenteou amigos e a torcida do Flamengo com um gol na sofrida vitória por 2 a 0 sobre o Náutico, no estádio dos Aflitos, pela 28ª rodada do Brasileirão, neste sábado. Leo Moura, com um golaço, deu números finais ao jogo no finzinho quando o Fla sofria enorme pressão.

OUÇA OS GOLS DO JOGO PELA RÁDIO GLOBO AM

Os três pontos que arrancou fora de casa “salvaram” os cariocas na disputa pelo título e o mantiveram na quarta posição, com 49 pontos. Em uma rodada em que todos os cinco primeiros colocados venceram, um tropeço no Recife tiraria a equipe do G-4.

Agora, o Fla parte para uma seqüência de três jogos no Maracanã contra Atlético-MG, Vasco e Coritiba. O primeiro deles será no próximo sábado. O Náutico tem muito que lamentar. Depois de um primeiro tempo apático, os pernambucanos melhoraram e só não conseguiram o empate por causa da ansiedade na finalização. O tropeço em casa deixa o Timbu com 30 pontos, em 15º lugar, apenas dois acima da zona de rebaixamento. O próximo compromisso será quinta-feira, contra o São Paulo, no Morumbi.

Fla vai ataque nos Aflitos

Pressionado pelos resultados positivos dos concorrentes Palmeiras, Grêmio, Cruzeiro e São Paulo, o Flamengo tomou o controle da partida. Logo aos 2 minutos, Marcelinho Paraíba cobrou falta lateral, o goleiro Eduardo se enrolou e espalmou para escanteio.

O Náutico teve uma rodada favorável com os tropeços de Fluminense, Ipatinga, Portuguesa e Atlético-MG. E por isso entrou em campo “relaxado”, apesar do estádio lotado.

Os vacilos foram castigados aos 16 minutos. Marcelinho Paraíba recebeu de Ibson e encontrou Vandinho dentro da área. O atacante driblou o goleiro Eduardo e foi derrubado. O árbitro Sálvio Spinola marcou o pênalti, mas deu apenas cartão amarelo para o camisa 1 do Timbu, mesmo ele sendo o último homem.

Marcelinho Paraíba pediu ao cobrador oficial do Flamengo, Leo Moura, para bater. E não decepcionou. Jogou no canto esquerdo de Eduardo e abriu o placar. Na comemoração, correu o campo todo para festejar com a torcida rubro-negra e os parentes, que vieram de Campina Grande-PB especialmente para acompanhar a partida.

O zagueiro Everaldo colaborou e entregou a bola nos pés de Vandinho, aos 22. Mas o atacante driblou Eduardo e ficou sem ângulo para finalizar.

O alvo da irritação dos torcedores variava entre o time alvirrubro e o árbitro. Os anfitriões passaram a insistir nos chutes de fora da área, mas sem a força necessária para assustar Bruno.

O Flamengo passou a errar passes no campo ofensivo e permitiu que os anfitriões pressionassem. Mas Toró, em noite inspirada, fez importantes desarmes. Em uma saída esperta de Bruno, aos 38 minutos, Vandinho ganhou do zagueiro e chutou. Eduardo fez ótima defesa e espalmou para escanteio.

Timbu pressiona no segundo tempo

O Náutico voltou do intervalo com Derley e Felipe nos lugares de Valdeir e Kuki e melhorou. Aos 10, Felipe recebeu de Adriano na ponta direita e chutou cruzado, perto da trave de Bruno.

Se no primeiro tempo os visitantes tiveram como ponto forte a saída de bola, na etapa final os chutões para frente fizeram com que a equipe fosse pressionada. Derley chutou forte da entrada da área e a bola passou sobre o travessão de Bruno, aos 20.

A pressão continuou e Clodoaldo, aos 25, na pequena área, desviou fraco e facilitou a defesa de Bruno. Em um dos poucos contra-ataques do Fla, Vandinho finalizou sobre o gol de Eduardo, aos 30. E o Náutico continuou na busca do empate: aos 38, William arriscou de fora da área, mas mandou por cima, sem perigo para o goleiro rubro-negro.

Mas, aos 41, Leo Moura fez um golaço de fora da área ao acertar a bola no ângulo de Eduardo. Aos 46, Felipe ainda perdeu um pênalti, cometido por Juan em William, ao cobrar para fora. Festa rubro-negra nos Aflitos, e um balde de água gelada na reação do Timbu.

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sábado, 4 de outubro de 2008

áutico x Fla: nenhum dos dois pode sequer pensar no empate

GLOBOESPORTE.COM

Kuki e Marcelinho Paraíba são grandes esperanças de gols nos Aflitos


Jogo duro: Náutico, 13º lugar no Brasileiro. Objetivo principal: escapar do rebaixamento. Do outro lado, o Flamengo, quarto colocado na tabela. Alvo: o título do torneio. Pois bem. Se desejam seguir firmes e fortes com seus propósitos, os dois times têm de fazer as lições de fim de ano no duelo deste sábado, às 18h20m, nos Aflitos. A partida será transmitida pelo Premiere Esportes e terá acompanhamento em Tempo Real no GLOBOESPORTE.COM, a partir de 18h.

Um postulante à primeira posição não pode se contentar apenas com triunfos diante de sua torcida. E por mais que os rubro-negros tenham demonstrado força no Recife, o estádio terá maioria de adeptos do Timbu.

O Flamengo tem 46 pontos e uma rodada teoricamente complicada pela frente. Além de jogar fora do Maracanã, os adversários que estão à frente atuam em casa. O Palmeiras duela com o Atlético-MG e o Grêmio recebe o Botafogo. O Cruzeiro jogou na quinta e derrotou o Sport por 1 a 0. Portanto, para evitar perder contato com os líderes, só resta aprender a nova obrigação: ganhar três pontos como visitante.

- Quem deseja ser campeão precisa vencer fora de casa. Sabemos que será um jogo complicado, mas temos que pensar somente na vitória. Vencer fora de casa no Brasileirão é fundamental para chegar ao topo da tabela. O Flamengo está pronto para superar todas as adversidades. Treinamos bem durante a semana e estamos prontos para fazer uma boa partida – declara o lateral-esquerdo Juan.

Mas, por falar em obrigação, o Náutico também tem uma para escapar tranqüilamente da Série B. Não perder pontos diante de sua torcida. Na rodada anterior, no empate por 0 a 0 com o Palmeiras, não cumpriu. Resta agora descontar para afastar-se da zona de rebaixamento. No momento, o time tem 30 pontos contra 27 do Ipatinga, clube que abre a área do desespero.

Gramado e mistério

No primeiro turno, no Rio de Janeiro, o Flamengo venceu por 3 a 0, com facilidade. Mas a situação agora é diferente. O estádio dos Aflitos tem um dos piores gramados do Brasil.

- Temos de chutar de fora da área. As jogadas de bola parada também podem decidir este confronto – diz o técnico do Fla, Caio Júnior.

O treinador fez duas alterações em relação ao time que venceu o Sport na última rodada. Everton, machucado, deu lugar a Toró no meio-campo. Na frente, Vandinho roubou a vaga de Josiel.

Se o Flamengo está escalado, o mesmo não se pode dizer do Náutico. O técnico Roberto Fernandes ultimamente tem feito treinos secretos, evitando a imprensa e divulgado a formação minutos antes de a bola rolar. A alegação: o Brasileirão está em sua reta final, e facilitar para o adversário é sempre perigoso.

Preocupado com os avanços de Leonardo Moura e Juan, o treinador poderá surpreender improvisando o volante Ticão na lateral-direita. Neste caso, Ruy seria deslocado para o meio ao lado de Hamilton e Valdeir. Porém, é provável que Ruy seja mantido em sua posição de origem e, neste caso, a meia-cancha será composta por Hamilton, Derley e Paulo Santos. Confirmada mesmo apenas a dupla de ataque, formada por Kuki e Clodoaldo.
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São Paulo tenta anular Ipatinga, zebra do primeiro turno

Montagem

MONTAGEM - Márcio Bittencourt x Muricy Ramalho

Sempre que os jogadores do São Paulo lamentam a ausência da equipe no G-4 do Brasileiro, uma partida em especial reaparece na cabeça dos atletas: o empate com o Ipatinga no primeiro turno do Nacional. E neste sábado, às 16h, no Ipatingão, o Tricolor tem a chance de tirar essa diferença com os mineiros na competição. O GLOBOESPORTE.COM acompanha o jogo em Tempo Real.

Na primeira fase do campeonato, o São Paulo perdeu a chance de vencer o Ipatinga quando cedeu o empate aos mineiros nos minutos finais do encontro, no Morumbi. Embora afirmem que agora será outra história, os são-paulinos não escondem que o 1 a 1 em casa ainda os incomoda.

Uma vitória, dependendo do resultado do jogo do Flamengo com Náutico, pode colocar o São Paulo novamente no G-4 do Brasileiro. Atualmente, a equipe ocupa a quinta posição, com 46 pontos -mesma pontuação do time carioca, que tem uma vitória a mais.

- Uma vitória será fundamental para seguirmos em busca do título - afirma o atacante Borges, autor do gol tricolor na ocasião do empate com os mineiros.

Já o Ipatinga tem uma missão mais complicada. Agonizando na zona de rebaixamento do Nacional, a equipe de Márcio Bittencourt brigará para deixar essa situação incômoda, mas também terá de torcer contra seus rivais na parte inferior da tabela.

Indefinido, Tricolor busca vitória fora de casa

O técnico Muricy Ramalho ainda não definiu como armará a sua equipe para o jogo com Ipatinga. Sem Rogério Ceni, lesionado, a vaga no gol segue com Bosco, enquanto a faixa de capitão da equipe continua com o zagueiro André Dias.

A maior dúvida do treinador é a condição física de André Lima, atacante que pouco treinou durante a semana por sentir fortes dores nas costas. Caso não possa contar com o atleta, Muricy deve armar a equipe com somente Borges no ataque, atuando atrás com Zé Luis, Hernanes e Jean.

Porém, o comandante são-paulino já informou que, apesar dos três volantes, a postura da equipe não será defensiva. Segundo ele Hernanes e Jean, por terem qualidade no passe, jogariam praticamente como meias, alimentando o ataque. E Hugo, armador de ofício, atuaria como um segundo atacante, mais próximo de Borges.

A improvisação deve-se ao fato de o treinador não poder contar com Dagoberto, suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo contra o Cruzeiro na última rodada. Em compensação, ele terá o retorno do zagueiro Miranda, que já cumpriu sua punição automática contra os mineiros.

A partida servirá para a equipe se livrar de um mal que a persegue nesta competição. Em 13 jogos fora de casa, o São Paulo venceu apenas dois (Flamengo e Vitória) e perdeu quatro duelos.

- Temos de conseguir essa vitória fora de casa porque está na hora. Estamos bem na competição e está na hora de ganhar fora de casa para dar uma resposta boa ao torcedor, que voltará ao Morumbi - avisa o zagueiro Rodrigo.

Chance de sair da zona

No Ipatinga, o técnico Márcio Bittencourt ainda não perdeu dentro do Ipatingão (quatro vitórias e um empate), e pretende continuar esta boa fase contra o São Paulo. O Tigre está prestes a sair da zona de rebaixamento depois de passar a maior parte do Brasileirão na lanterna. Para conseguirem derrotar o atual campeão, os zagueiros Gian e Henrique dão o recado:

- Estamos vivendo um momento diferente. Não tem moleza na Série A. O conjunto do São Paulo é muito forte e precisamos ficar atentos e eliminar os pontos fortes do time deles – diz Gian. Henrique pede atenção às bolas aéreas: - O futebol de hoje é de muita força física e os laterais são as válvulas de escape das equipes. O São Paulo usa muito bem essa saída com os alas.

Os dois treinos coletivos nos dias anteriores à partida contra o São Paulo foram fechados para a imprensa, mas a tendência é que o técnico Márcio Bittencourt ponha em campo o mesmo time que venceu o Vasco por 3 a 1 na última rodada.





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Recuperação em jogo no Olímpico

GLOBOESPORTE.COM

Douglas Costa (Grêmio) x Carlos Alberto (Botafogo)



São sete pontos de diferença, mas a partida deste sábado reúne duas equipes com alguns objetivos em comum. Quando entrarem no gramado do Estádio Olímpico, Grêmio e Botafogo iniciam a busca pela recuperação no Campeonato Brasileiro, já que sonham em terminar a competição cumprindo grandes objetivos. A Rede Globo (para o Rio de Janeiro) e o Premiere transmitem ao vivo. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, a partir das 16h.

O Grêmio sofreu um baque duplo no último domingo ao perder por 4 a 1 para o rival Internacional e ainda perder a liderança isolada, que sustentava por 13 rodadas. Agora ao lado do Palmeiras com 50 pontos, o Tricolor gaúcho precisa vencer em casa para mostrar que está vivo na luta pelo título.

O Botafogo não perdeu seu último compromisso no Brasileirão, mas o gol de empate marcado pelo Fluminense no Engenhão, já nos descontos, teve efeito semelhante a uma derrota. Atualmente na oitava posição, com 43 pontos e um jogo a menos do que Vitória e Goiás, o Alvinegro ainda prefere pensar num objetivo de cada vez. O primeiro é retornar ao G-4, zona da qual saiu há duas rodadas, para depois entrar firme na luta pelo título. Mas tudo isso passa por uma vitória no Olímpico, que poderia ser a quinta fora do Rio de Janeiro.

Embora tenha empatado com o Fluminense, o Botafogo chega a Porto Alegre muito motivado. Tudo por causa da vitória por 3 a 1 sobre o América de Cáli na Copa Sul-Americana, que garantiu a classificação para as quartas-de-final. O resultado acabou com uma seqüência de quatro partidas sem vitórias, e a expectativa alvinegra é iniciar neste sábado um outro período de invencibilidade de 11 jogos no Brasileiro, algo que aconteceu logo no início da trajetória do técnico Ney Franco.

A semana que vem depois de uma derrota no Gre-Nal não costuma ser boa. Ainda mais quando se perde por goleada e esse resultado acarreta em uma perda de liderança após 13 rodadas seguidas. Por isso, os últimos dias no Tricolor gaúcho foram de concentração antecipada, mistério e alguns problemas a serem resolvidos. A escalação só será divulgada momentos antes do jogo.

- Às vezes se trabalha com determinação e o resultado não vem. Quando as coisas não acontecem como queremos, mudamos de atitude, mudamos algumas situações de treinamento, fechamos um pouco o treino para ter mais privacidade - diz o técnico Celso Roth à Rádio Gaúcha.

Nas últimas rodadas, o Botafogo tropeçou em equipes que lutam contra o rebaixamento: empatou com Náutico e Fluminense no Engenhão e perdeu para a Portuguesa depois de sair na frente no placar. Mas por outro lado, venceu Palmeiras e Cruzeiro, times que brigam no alto da tabela. Com isso, a expectativa do técnico Ney Franco é que a equipe volte a crescer neste confronto decisivo.

- Na situação em que nos encontramos, temos que buscar a vitória sobre o Grêmio. Será um jogo muito difícil, mas precisamos dos três pontos, pois é a única maneira de voltarmos ao G-4, que agora é o nosso primeiro objetivo - lembra o treinador.

Grêmio tem muitos desfalques, e Botafogo vai de Carlos Alberto no ataque

O Tricolor gaúcho tem dois atletas preciosos fora da partida deste sábado por causa de lesão. O atacante Perea e o meia Souza se juntam ao zagueiro Pereira no estaleiro e fazem tratamento para tentar retornar contra o Santos, na quarta-feira. No ataque, está a principal dúvida. Nos treinos da semana, o Celso Roth admitiu que Morales pode ser uma opção para atuar ao lado de Marcel. Reinaldo e Soares também treinaram no setor.

A grande novidade e aposta dos gaúchos é a estréia do meia de Douglas Costa, de 18 anos, que o clube teve muito cuidado para lançar na equipe principal devido ao forte assédio que ele vinha recebendo de empresários. Sem os lesionados e suspensos Tcheco e Orteman, a hora de o guri jogar foi antecipada. Roth compara a estréia do garoto nos profissionais com outros nomes.

- Qual era o risco que tinha o Rafael Carioca de entrar no jogo do Juventude? Qual era o risco de botar o Robinho contra o São Paulo, o Santos perdendo de 1 a 0 lá na Vila? Botar o Diego também. O Anderson foi lançado em um Gre-Nal e hoje está onde está - diz Roth.

Wellington Paulista é o único desfalque do Botafogo. Para suprir a sua ausência, Ney Franco escalou o volante Leandro Guerreiro. Assim, Diguinho atuará mais como um armador, e Carlos Alberto, que vive fase de artilheiro, será o companheiro de Jorge Henrique no ataque. No entanto, o técnico alvinegro lembra que essa formação não significa uma equipe mais defensiva.

- Para jogar contra o Grêmio, é sempre preciso fazer uma marcação muito forte. Mas também não podemos abrir mão da nossa qualidade - explica o gaúcho Leandro Guerreiro.


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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Luxa entende que está sendo perserguido por parte da imprensa e ameaça se calar

Luxemburgo está cabreiro com parte da imprensa

O Palmeiras não tem problemas dentro de campo. Líder do Campeonato Brasileiro, a equipe só depende do seu próprio futebol para conquistar o título. Animado com o sucesso do Verdão, Vanderlei Luxemburgo pode contar com o elenco completo na partida contra o Atletico-MG, neste sábado, às 16h, no Palestra Itália. Porém, o treinador está insatisfeito com o que considera perserguição e distorção de notícias que, segundo ele, estão sendo feitas por parte da imprensa esportiva a seu respeito. Mas, apesar de fazer um breve desabafo, nesta sexta-feira, na Academia de Futebol, Luxa não citou os nomes dos veículos que estariam divulgando notícias inverídicas.

O que deixou Luxemburgo chateado foi a entrevista concedida na Rádio Globo, na última terça-feira, no estúdio Osmar Santos, localizado na sede do jornal Diário de São Paulo. Na oportunidade, o treinador do Palmeiras afirmou que era bom mesmo no seu trabalho, que se ganhasse de Camarões seria campeão, em Sidney, nas Olimpíadas de 2000, e que se fosse o treinador da seleção brasileira na Copa de 2002 também faturaria o título.

- Distorceram o que eu falei. Vários veículos de comunicação usaram algumas partes das minhas frases para darem a interpretação que quiseram. É por isso que estou avaliando se vale a pena dar entrevista exclusiva. Estou falando uma vez por semana no Palmeiras e diminuindo o contato com a imprensa para evitar esse tipo de problema - afirma Luxemburgo.

O treinador do Palmeiras comentou com alguns jornalistas que levaram para Muricy Ramalho, treinador do São Paulo, uma versão muito diferente da sua entrevista na Rádio Glogo. Luxemburgo acredita que tentaram criar um clima ruim entre eles, talvez por causa da proximidade do clássico entre os dois clubes, no próximo dia 19, no Palestra Itália, pelo Campeonato Brasileiro.

- O Muricy foi esperto e não caiu na armação de parte da imprensa. Mas quiseram jogar um contra o outro. Eu falei que sou bom mesmo e disse que estou preparado para assumir a seleção. Mas quando o cargo estiver vago e não agora que o Dunga está no comando - ressalta o treinador do Verdão.

Apesar de continuar contrariado com alguns setores da imprensa e admitir que está propenso a diminuir as entrevistas coletivas, Luxemburgo abriu um sorriso ao comentar a ascensão do Palmeiras no Campeonato Brasileiro. Em sua avaliação, o clima na equipe está ótimo.



http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL784530-9827,00-LUXA+ENTENDE+QUE+ESTA+SENDO+PERSERGUIDO+POR+PARTE+DA+IMPRENSA+E+AMEACA+SE+C.html

Sport fecha a Ilha, e torcida do Fla não perdoa: ‘Pentacampeão’

Por precaução, o Sport fechou o treino do Flamengo na Ilha do Retiro, nesta sexta-feira. A medida, que tinha como objetivo evitar possíveis provocações dos torcedores do Leão aos cariocas, gerou protestos dos flamenguistas que desejavam assistir à atividade.

- Partiu da nossa diretoria a decisão de não abrir. Poderia haver protestos por causa da rivalidade de 1987. E para nós, 1987 tem de ficar no passado. Fomos muito bem tratados no Rio na semana passada e queremos retribuir – diz o diretor de patrimônio do Sport, José Alves.

Quase simultaneamente à explicação, cerca de 40 torcedores do Fla se posicionaram em frente a um dos portões principais do estádio e começaram a cantar os gritos de incentivo ao time. Para provocar o Sport, puxaram o coro de “pentacampeão”.

O lateral-esquerdo Juan ouviu a manifestação enquanto participava do treino recreativo. Ele lamentou a opção por deixar os torcedores fora da Ilha.

- Seria legal se eles pudessem assistir e passar este incentivo para a gente – diz o lateral.

Apesar do problema, vale lembrar que o Flamengo não enfrenta o Sport, mas sim o Náutico, neste sábado, no Recife. A partida acontece às 18h20m. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real.





http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL784485-9827,00-SPORT+FECHA+A+ILHA+E+TORCIDA+DO+FLA+NAO+PERDOA+PENTACAMPEAO.html

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Rogério Ceni terá sua história retratada em documentário


Agência/VIPCOMM

O jogador de maior destaque no São Paulo nos últimos tempos será eternizado em um filme. O goleiro Rogério Ceni tem o plano de fazer um média-metragem sobre a sua vida, conforme informa a edição desta quinta-feira do jornal “Diário de S. Paulo”.

O filme, ainda sem previsão de lançamento, será feito por uma produtora de um amigo do goleiro são-paulino. Rogério entende que o projeto é interessante e diferente para ele. O documentário terá duração de 52 minutos.

O roteiro ainda não está definido se falará somente da vida profissional do atleta ou também de momentos pessoais. No entanto, a produtora já sabe que pretende mostrar o goleiro como um campeão.

Para produzir o filme, o Governo Federal liberou R$500.280,00. Serão três mil cópias comercializadas em DVD, que pretende atingir não somente a torcida são-paulina.

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Sao_Paulo/0,,MUL782135-9875,00.html

Cerca de dez torcedores invadem o gramado de São Januário

Durante o treino da manhã desta quinta-feira, um grupo de cerca dez pessoas invadiu o gramado de São Januário enquanto os jogadores realizavam suas atividades. Os torcedores foram cobrar empenho do time nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro, para evitar a queda para a Série B.

Os jogadores que estavam disputando o coletivo correram rapidamente para o vestiário. Apenas os reservas e os goleiros que faziam atividades atrás de um dos gols foram abordados pelos torcedores. Roberto, Tiago e Jonilson conversaram com o grupo. A segurança do clube agiu rapidamente e contornou a situação.

Um dos jogadores mais assustados com a invasão foi o lateral Marcus Vinícius. Não muito longe dele, o chileno Pinilla não entendia o que estava acontecendo e foi perguntar aos assessores do clube o que se passava.

Ainda nesta quinta, o presidente Roberto Dinamite, o técnico Renato Gaúcho e alguns jogadores da equipe (entre eles Edmundo, Tiago, Leandro Amaral e Pedrinho) irão conversar com lideres das torcidas organizadas do Vasco, que pediram a presença do zagueiro Jorge Luiz na reunião.

Neste sábado, o Vasco encara o Figueirense dentro de seus domínios. O jogo é vital para a permanência da equipe na elite nacional, já que o time catarinense é um adversário direto do Gigante da Colina.

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Vasco/0,,MUL782168-9877,00.html

Éder nega noitada e diz que o São Paulo não agiu bem com ele

Reprodução/Site Oficial do São Paulo

Éder não faz mais parte do elenco tricolor












Dispensado pelo São Paulo, o lateral Éder mostrou toda a sua insatisfação com a diretoria do clube em entrevista à "Folha de S. Paulo". O jogador sabe que saiu com a imagem arranhada porque foi apontado como um dos atletas que participaram de uma noitada antes do jogo contra o Cruzeiro.

- Estou me sentindo marginalizado. Estou saindo com a imagem de “baladeiro”. Eles não foram corretos comigo - lamenta.

O Tricolor o devolveu ao Noroeste, mas vai continuar pagando os salários do lateral até o fim do empréstimo, que iria até dezembro deste ano. Mas Éder teme que um grande clube pense duas vezes antes de contratá-lo por causa do polêmico episódio.

- Agora, se um outro time vier me contratar, vai ficar com um pé atrás. Eu não sou consagrado, e isso pode atrapalhar.

O jogador nega, inclusive, que tenha participado e diz que a pessoa que avisou ao supervisor Marco Aurélio Cunha sobre o seu envolvimento não sabia o que estava falando.

- Ele [Marco Aurélio Cunha] deve estar mal informado. A pessoa que passou isso para ele está mentindo - conclui.

A justificativa oficial do clube é que Éder foi dispensado porque o técnico Muricy Ramalho não pretendia utilizá-lo mais no Campeonato Brasileiro, devido ao excesso de jogadores para a mesma posição.


http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Sao_Paulo/0,,MUL782172-9875,00.html

Morales impressionado com a grande repercussão do Gre-Nal


Depois do clássico do último domingo, quando o Grêmio perdeu para o Internacional por 4 a 1, o atacante Richard Morales percebeu verdadeiramente como é grande a rivalidade entre as duas equipes de Porto Alegre. Segundo ele, o confronto é mais comentado do que é disputado no Uruguai.


- No Uruguai, Nacional x Peñarol termina e não se fala mais nada. Aqui, está difícil sair nas ruas – comenta ele na Rádio Gaúcha.


Com chances de substituir Marcel, o Morales garantiu, nesta quarta, estar pronto para começar o jogo contra o Botafogo, sábado, às 16h, no Olímpico, pela 28ª rodada do Brasileirão.

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL782194-9827,00.html


Muricy Ramalho arma São Paulo com Borges solitário no ataque


Borges ficou solitário no ataque tricolor

No último treino em São Paulo antes da viagem para Minas Gerais, onde a equipe enfrenta o Ipatinga pelo Brasileiro, no sábado, o técnico Muricy Ramalho inovou na escalação do time. Em um treino contra atletas das categorias de base, o técnico do Tricolor escalou somente Borges no comando de ataque.

Sem poder contar com Dagoberto, suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo na última partida do time, Muricy armou a equipe na manhã desta quinta-feira com Zé Luis, Hernanes, Jean e Hugo no meio-campo, sendo que este último chegava mais ao ataque, jogando às vezes bem próximo de Borges. Joilson e Jorge Wagner foram os resposáveis pelas jogadas das laterais direita e esquerda, respectivamente.

Nos momentos finais do treinamento, Joilson cedeu sua vaga para o atacante André Lima.

O São Paulo vê o confronto contra o ameaçado Ipatinga como fundamental para as pretensões da equipe na competição. Com 46 pontos e ocupando a quinta posição, o time está a quatro pontos do líder Palmeiras, seu adversário daqui a três rodadas

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Sao_Paulo/0,,MUL782184-9875,00.html

Flu empata com o Goiás, deixa a lanterna, mas martírio continua

Photocâmera

Washington não foi bem contra o Goiás

Ainda não foi desta vez que o Fluminense deixou a zona de rebaixamento do Brasileirão. Jogando com um a mais praticamente todo o segundo tempo, o Tricolor apenas empatou com o Goiás, por 1 a 1, na noite desta quarta-feira, no Maracanã. O time carioca pressionou o segundo tempo inteiro, criou boas jogadas, mas não teve capacidade para fazer o gol da virada Os goianos continuam em grande fase, mesmo com os dois pontos perdidos.

O resultado fez com que o Flu deixasse a lanterna da competição, mas o fantasma do rebaixamento ainda assusta após 28 rodadas. O time chegou aos 27 pontos e deixou o Vasco em último lugar a tabela de classificação, com 26. O Goiás, com boas chances de alcançar uma vaga na Libertadores do ano que vem, vai aos 43 pontos, e passa o Botafogo no número de gols marcados, chegando à sexta posição.

Na próxima rodada, o Fluminense vai a Curitiba enfrentar o Atlético-PR, dia 11, às 18h20, na Arena da Baixada. Já o Goiás recebe o Internacional, na mesma data e na mesma hora, no Serra Dourada.

Partida sob forte temporal

Debaixo de muita chuva, Fluminense e Goiás começaram o primeiro tempo com cautela. Logo no primeiro minuto, Maicon desceu pela direita e fez o cruzamento para área. Washington pulou, mas não alcançou a bola. No ataque seguinte, o time goiano assustou Fernando Henrique. Fernando chutou de fora da área e carimbou a trave esquerda do goleiro tricolor.

Sem encontrar espaços na defesa do Goiás, o Flu não conseguia armar jogadas de perigo e só dava chutões para o alto. Os goianos se fechavam na defesa e exploravam os contra-ataques. E foi numa dessas saídas rápidas que os visitantes fizeram o primeiro gol. Aos 18, Iarley deu um giro em cima de Romeu e cruzou rasteiro. O lateral-direito Vitor entrou por trás da defesa e chutou para o gol vazio, abrindo o placar.

Em desvantagem, o Fluminense passou a atacar mais e chegou perto do empate aos 22 minutos. Washington cobrou falta frontal, quase em cima da linha da grande área, sob o travessão. De tanto ficar em cima, o time tricolor chegou ao gol à igualdade.

Aos 36, Conca cobrou falta pelo lado direito. A bola passou por todo mundo dentro da área, quase foi tocada por Romeu, e acabou entrando no canto direito do goleiro Harlei. Quatro minutos depois, o Flu teve a chance de virar: Carlinhos avançou rapidamente pela direta e cruzou rasteiro. A bola passou por Washington, Ciel conseguiu a finalização, mas mandou para fora.

Os últimos cinco minutos do primeiro tempo foram marcados por expulsões. O volante Frédson, que tinha entrado um minuto antes no lugar do lesionado Ramalho, deu um carrinho violento em Junior César e recebeu o cartão vermelho. Aos 45, Maicon tentou levar vantagem numa jogada colocando a mão na bola e recebeu o cartão amarelo. Como era o segundo, acabou sendo expulso também.

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Futebol/0,,CCF22569-9825,00.html